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10 Animais Famosos Da TV e no Cinema


Seja na televisão ou cinema, é mais do que certo que um animalzinho carismático alavanca índices de audiência ou vendas de bilheteria. Muitos diretores souberam como ganhar o coração do público ao adotar cãezinhos e outras espécies animais em suas produções, tornando-as grandes sucessos de público - ou, no mínimo, alvo de vários comentários!


Até mesmo a equipe de produção do reality show "A Fazenda" soube como se aproveitar da fofura de um animalzinho para chamar a atenção dos telespectadores. Max, um cachorro da raça Golden Retriever, ganhou tanto destaque entre os participantes que muitos chegaram a dizer, mesmo que de brincadeira, que ele era o favorito para levar o prêmio de R$ 1 milhão no final da atração da Rede Record. Na primeira edição do programa, o cãozinho já havia feito a alegria dos fazendeiros do programa e caiu no gosto do público.


Na novela "América", de Glória Perez, foi a vez do boi Bandido ser alvo de comentários por parte do público. Apesar de não ter sido visto com tanta meiguice pelos telespectadores se comparado aos outros animais que fizeram sucesso na TV e no Cinema, o personagem teve lá seu papel na trama. Foi considerado um desafio de montaria para Tião (Murilo Benício), ambos sempre "trocando olhares" quando o peão cruzava com o boi. Na vida real, Bandido ficou conhecido por derrubar inúmeros peões que nele tentaram montar, até sua morte em janeiro de 2009.


Mas não é só a base de cachorros que vive o cinema americano! Até mesmo um suíno, cheio de bondade e educação, vira tema de filme. Babe, o porquinho atrapalhado, um filme australiano lançado em 1995, foi tão bem produzido que chegou a ganhar o Oscar de "Melhores Efeitos Visuais", além de um Globo de Ouro na categoria "Melhor Comédia ou Musical". A história conta com animais falantes que se metem em muita confusão - mas nada se compara à Babe acreditar que é um cachorro e convencer até mesmo seu dono a inscrevê-lo num campeonato de cães pastores!


Ainda no âmbito dos sucessos antigos, o cachorro Rin Tin Tin também fez muito sucesso há vários anos em séries e filmes. O Pastor Alemão ficou conhecido a partir da década de 20 e, assim como "Lassie", chegou até mesmo a ganhar uma estrela na Calçada da Fama. O valente herói canino acompanhava uma unidade da Cavalaria dos Estados Unidos e seu melhor amigo era o Cabo Rusty, um pequeno garotinho que havia perdido os pais em um ataque indígena. Aqui no Brasil, a série ganhou grande destaque entre 1954 e 1959.


E quem é que já não olhou para um cãozinho como o da foto e, sem pensar duas vezes, disse "Uma Lassie"? A cadela da raça Collie ganhou destaque inicialmente com um filme produzido em 1943 a partir de um livro publicado pelo escritor Eric Knight e, desde então, ganhou incontáveis sequências no formato de séries de TV e longa-metragens. Na pele de uma cachorrinha corajosa, leal e sempre pronta para encarar qualquer tipo de aventura, o animalzinho - que na verdade era um macho - protagonizou uma seriado entre 1954 e 1974, sendo exibido na década de 70 pela Globo.


As novelas também souberam aproveitar animais bastante inusitados para chamar a atenção do público. Na novela global "Caras & Bocas", um chimpanzé extremamente arteiro - e artista! - foge de um circo e chega à casa de Denis (Marcos Pasquim), onde apronta todas. Apesar de sempre meter seu "dono" nas maiores roubadas, as obras de arte feitas pelo macaco Xico fazem com que Denis ganhe fama como um conceituado pintor. Isso que é mascote!


Também um grande sucesso de bilheterias, Marley & Eu - o livro que virou filme em 2008 - traz em sua história um cãozinho da raça Labrador que, o tem de lindo, tem que bagunceiro. Não há nada que ele não destrua durante a história, contada por um jornalista norte-americano chamado John Grogan. Com um final bastante emocionante, muitas pessoas saíram com os olhinhos cheios de lágrimas das salas de cinema. Talvez tenha sido esse diferencial que chamou tanto assim a atenção do público!


Seguindo o mesmo destino de alguns personagens famosos dentre os animais, o nome Flipper virou praticamente sinônimo para a espécie dos golfinhos. Sua história começa com um garoto chamado Sandy que, ao passar as férias na casa do tio, conhece Flipper, um golfinho que conseguiu escapar de uma tentativa de caça. Os dois, então, tornam-se grandes amigos. Depois de ter um filme lançado em 1963, o animal carismático conquistou o público e, em 1996, ganhou um remake e até série de televisão.


No filme Beethoven, O Magnífico, um cachorro da raça São Bernardo chega à casa da família Newton e, à medida que o filhotinho vai crescendo, se mete em cada vez mais confusões. A comédia, produzida em 1992, fez tanto sucesso que o longa estrelado pelo canino de mais de 80 quilos ganhou mais algumas sequências, chegando ao sexto filme da série em 2008 - apesar de nenhum deles ter se destacado tanto quanto o primeiro. A imagem de Beethoven ficou tão gravada na mente do público que, naquela época, muitos cães desta raça foram homenageados com o mesmo nome do astro e a moda continua até hoje.


Puxando um pouco mais para a atualidade, os estúdios Disney lançaram em 1996 o filme 101 Dálmatas. Com Glenn Close no papel da malvada Cruella De Vil, a produção trata-se de uma adaptação do desenho homônimo, de 1961. Além da sequência "102 Dálmatas", nos cinemas em 2000, foi lançada também uma infinidade de brinquedos e outros produtos. Deu tão certo que, entre os dez filmes mais lucrativos que estrelam cachorros, só o primeiro filme rendeu US$ 136 milhões apenas nos EUA, além dos US$ 320 milhões no mundo, alcançando o segundo lugar da lista.

Robert Pattinson E Seus Variados Looks Do Momento - Por Juliana Ariza Consultora de Moda


O cara fez uma pequena participação em um dos filmes da saga "Harry Potter" e depois conquistou milhares de fãs pelo mundo como o vampiro romântico Edward Cullen no filme "Crepúsculo". Robert Pattinson atingiu a fama e o coração de várias moçoilas sedentas por uma mordidinha do rapaz. Mas será que ele acerta sempre nos looks que escolhe? Confira!



"Parece que o ator gostou do estilo 'Crepúsculo' de ser. Adoro o look! Acho sexy, moderno e chic! Mas como sou perfeccionista, acho que a camisa deveria estar para fora ou do jeito que está com um cinto!"



"Nesse dia ele deve ter acordado atrasado e colocado a primeira roupa que viu pela frente porque nem o cabelo ele penteou. Talvez se a calça estivesse com a barra feita e não dobrada - que é horrível - e ao invés da camisa por baixo da jaqueta ele colocasse uma camiseta, a produção desse certo."



"Jesus me abana, que lindo! Adoro homem de smoking e sem a gravata borboleta é o máximo! Esta camisa cinza deixou elegante sem perder a contemporaneidade. Repare como o cabelo muda completamente o visual! Ele está muito mais charmoso nessa foto."


"Que carinha de sono! Essa jaqueta e esse boné já apareceram em outras produções do ator comentadas acima, um ótimo exemplo de como o intercâmbio de peças possibilita vários visuais diferentes."


"Gostei do look mais desencanado, mas acho que essa estampa no bolso da camisa parece de uniforme. Mandou bem na escolha do azul cobalto, que está na moda e cai muito bem para ele. Garotos, este é o óculos do momento, fica a dica! Não gostei do boné azul marinho... melhor sem, mostrando o corte de cabelo dele, bem bagunçado, que eu ADORO!"


"Perfeito! Nada foi colocado por acaso, e funcionou muito bem. A camiseta amarela dá vida ao visual neutro. Já a jaqueta azul marinho super moderna deixa o look mais fashion e bonito, além de contrastar muito bem com a camiseta e o jeans black."


"Nesta foto ele está mais modernete. A jaqueta de couro é linda e ficou ótima sobreposta em outra jaque
ta! Outro acerto foi a composição de tom sobre tom, que funcionou super bem e criou um visual mais clássico. O boné tira um pouco a seriedade do look o que é bacana senão com essa barba pesada ele ficaria com cara de pai!"



"Super bacana! Look marrom total só com a camisa branca para quebrar e não deixar o visual tão sério. Amei este casaco longo, bem contemporâneo e diferente, sai do lugar comum. Esse cabelo e a barba por fazer são muito sexy, meninos, por favor, copiem!"


"Perfeito! Digno de celebridade! Terno com camisa azul é tudo! Os óculos Ray Ban, tendência do momento, deixaram o ator ainda mais charmoso e irresistível! Preciso parar de babar..."


"Visual básico, moderno e super clean. Ainda é casual, mas bem descolado. Reparem na lavagem desgastada do jeans rasgado, que deixa o look mais fashion. Acho que a camiseta podia ter mais cor, ou ser branca mesmo. Mas quem liga? O astro de 'Crepúsculo' fica gato de qualquer jeito!"

O espartilho está de volta


O espartilho está de volta. Ao contrário do que muitos possam pensar, a peça não tem mais só a missão de modelar as curvas femininas. Atualmente, o espartilho é um adereço para ficar à mostra. Com a benção de Dita von Teese, vem sendo usada para definir a silhueta de beldades como Nicole Kidman, Penélope Cruz, Kate Hudson e Fergie, estrelas que aderiram a este símbolo do fetiche após as filmagens de "Nine".

O espartilho entrou de vez para o guarda-roupa feminino - para o deleite de muitos - após décadas escondido em meio à tirania física. Roupa que já foi considerada démodé, agora retorna como uma tendência de moda.

Sua história remonta do século 18, quando as damas da corte francesa usavam os volumosos vestidos acinturados de grandes decotes, modelados por espartilhos apertados que não permitiam movimentos bruscos.

A tirania fica à evidente no filme "E o vento levou", na famosa cena em que Mammy aperta as fitas do espartilho de Escarlate até deixá-la sem ar. A peça parou de ser usada no início do século 20, quando Paul Poiret decretou o fim do "bustier" feminino com a criação de um vestido de corte reto até os pés.

Essa mesma opinião também mantinha Coco Chanel, que considerava a peça "desnecessária" e aconselhava as mulheres a "se libertarem desse artifício". Foi assim até que Christian Dior nos anos 40 criou o "new look", que buscava no espartilho modelar a cintura e destacar os contornos femininos.

O amante das mulheres Yves Saint Laurent foi o homem que teve autoridade para banir o "bustiê". Nos anos 80, porém, a rainha do pop Madonna conseguiu ressuscitá-lo e popularizá-lo pelas mãos do estilista Jean-Paul Gaultier, quem conferiu a peça o devido valor, deixando-a acessível aos olhos de todos.
- Na medida em que as mulheres foram conquistando mais espaço na sociedade, as roupas delas também tornaram-se mais sensuais e sedutoras. "A volta do espartilho é consequência da necessidade da mulher de se expressar e reafirmar sua feminilidade. Nos dias de hoje, a mulher já não usa espartilho por imposição, mas porque quer, por vontade própria", conta Maya Hansen, estilista de espartilhos.


"Uma mulher de espartilho tem personalidade forte, além de querer destacar sua cintura, realçar seu peito e transmitir uma imagem sexy e feminina. Atualmente, as mulheres não usam o espartilho simplesmente para seduzir o namorado, mas para si mesma, para sentirem-se mais bonitas", declara a estilista espanhola.

Sempre haverá mulheres, no entanto, principalmente as feministas, que não veem com bons olhos o retorno do espartilho ao guarda-roupa feminino. Mas é inegável que a peça é sensual e abre mais um caminho ao fetiche.


Uma coisa que eu tenho a certeza de que muita mulher gosta é de se sempre atraente e também de estar vindo a ter sempre uma carta escondida para que assim tenha uma melhor forma de vir a surpreender os homens, desta forma uma coisa que pode vir a ser muito mais de muito valor para que você saiba é que uma coisa que pode voltar a ser o grande símbolo da sensualidade feminina é o espartilho.

Sendo assim para que você tenha uma noção do que eu estou falando em um filme que foi lançado recentemente que se chama “Nine” é um musical onde eles exploram muito a sensualidade das mulheres que nele participam assim tendo com a peça fundamental de roupa o espartilho que vem a ser muito antigo o seu modelo porem agora mais moderno e com os cortes mais diferentes tendo algumas que pode estar vindo a ser utilizados até mesmo em um ambiente mais casual com uma balada, assim colocando apenas um jeans e já esta por conta.

Nas lojas de lingerie você pode vir a encontra os mais variados modelos e também assim pode ter uma grande opção de cores que a cada doa pode ser mais variada sendo que na minha opinião os mais procurados deve ser os vermelhos que é a cor da paixão e da sedução, então não deixe mais passar muito tempo que eu tenho certeza de que você não vai se arrepender do que pode vir a encontra e também que vai fazer um ótimo proveito do mesmo.


Após séculos de existência, o espartilho, também chamado corset, volta à cena. Hoje, famosas vestidas com um exemplar glamouroso desfilam na televisão, aparecem em ensaios de moda, shows e festas badaladas. Mas, deixando de lado o apelo fashion, muitas mulheres veem aí a chance de praticar "tight lacing" - traduzindo, "laço apertado" - cuja finalidade é perder medidas.
Essa prática remete a séculos passados e pode trazer muitos riscos à saúde. Quem recorre ao "tight lacing" acredita que, ao usar a peça apertada sobre o corpo, poderá manter a postura ereta e terá mais êxito nas dietas, pois, com o estômago pressionado, não conseguirá comer muito.

"Dá para perder de 6 a 10 centímetros de cintura ao usar o corset num período mínimo de 8 horas diárias, durante 4 a 6 meses", garante a paulistana Sher, de 28 anos, dona da marca Madame Sher, a queridinha de muitas famosas, como Ivete Sangalo e Fernanda Young. "Isso é possível porque a peça faz pressão nas costelas flutuantes." Essas costelas são os dois últimos pares e as únicas que não se unem na frente, como as demais. Por ficarem "abertas", são denominadas flutuantes.

Confeccionado em várias camadas de tecido resistente, o espartilho recebe reforços em alumínio ou aço inoxidável embutido (conhecidos por "barbatanas") para pressionar áreas estratégicas, quando a amarração das costas é puxada e apertada. Para modificar o formato natural da região, é preciso usá-lo diariamente e por longos períodos.

Médicos, porém, desaprovam esse tipo de prática. O cirurgião vascular da Beneficência Portuguesa, Fábio Haddad, alerta para os riscos da pressão excessiva no abdome. "Isso reflete nos órgãos internos e, consequentemente, no aumento da pressão venosa, ou seja, das veias centrais, precipitando o aparecimento de varizes e inchaço nas pernas. Em casos extremos, isso pode causar uma trombose." E mais: a pressão interna eleva o diafragma, modificando a dinâmica respiratória. Isso pode levar à atelectasia, resultado da diminuição da ventilação pulmonar, o que pode provocar acúmulo de secreções e até uma infecção.

De acordo com o médico ortopedista Maurício de Moraes, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de São Paulo (IOT-SP), tudo o que comprime a região das costas e da paravertebral (ao lado das vértebras) limita os movimentos. Isso faz com que os músculos sejam pouco requisitados e, consequentemente, percam a força. "Sem tônus muscular, a coluna perde a estabilidade, o que pode provocar problemas de postura e dificuldade para permanecer em pé por muito tempo", adverte.

Com relação à pressão sofrida nas costelas flutuantes, a fim de moldá-las, Moraes explica que realmente não são fáceis de quebrar por estarem presas apenas na parte de trás. Mas elas são assim justamente para não comprimirem o abdome e para protegerem os órgãos vitais. "Nada substitui a atividade física", conclui o ortopedista. "O que deixa a postura ereta e a cintura definida é a musculatura fortalecida."

Eleitorado. "Nesses meus 10 anos pesquisando e desenvolvendo peças, nunca tive nenhum problema entre as minhas clientes", defende-se Sher, cujos corsets para tight lacing, batizados de Tight Comfort, custam entre R$ 350,00 e R$ 450,00, enquanto os modelos de festa alcançam pequenas fortunas. "Sempre as aviso que essa prática envolve riscos. Não é toda mulher que pode usá-los e aconselho o acompanhamento de um ortopedista a cada seis meses."

Embora os médicos não aconselhem esse tipo de produto para ninguém, a corsetière Sher - apelido de velhos tempos, que se sobrepôs ao nome de batismo, Leandra Rios - avisa, inclusive em sua página na web, que o tight lacing é contraindicado em casos de problemas circulatórios e/ou varizes, comprometimento de qualquer órgão interno, hérnia de disco, cirurgias recentes na região do abdome, e para crianças em fase de crescimento e pessoas sedentárias. Essa última contraindicação está relacionada à necessidade de se fazer abdominais diariamente, para compensar a perda de tônus muscular, porque o uso prolongado do corset acaba assumindo a função da musculatura, responsável pela sustentação da coluna.

Atualmente, a corsetière se diz praticante "esporádica" de tight lacing - mas só não usa espartilhos duas vezes por semana. Com a prática, conseguiu moldar sua cintura para 58 centímetros no seu corpo de 1,63 metros de altura e 62 quilos. Usando o corsert, sua circunferência fica com 55 centímetros. Nos modelos para festa, chega a alcançar 48 centímetros, "para uma produção bem exótica".

Apesar dos alertas, muitas mulheres se submetem a práticas perigosas para conseguir uma silhueta perfeita. Até mesmo uma médica de 32 anos, que admite conhecer os riscos, lança mão desse artifício para acentuar as curvas. "Em um ano, reduzi 18 centímetros de cintura e emagreci 7 quilos, associando essa prática a academia", conta Renata (prefere não revelar seu sobrenome), que tem 1,70 metro e agora pesa 70 quilos. "No começo, que é a fase de adaptação, senti falta de ar, porque a pressão diminui a capacidade pulmonar, mas depois me acostumei, a ponto de nem me incomodar com as apertadas, que vão aumentando gradativamente."

Renata tem três espartilhos para a prática de tight lacing, confeccionados pela estilista paulistana Lili Angelika, de 51 anos, dona da marca Fetishe Furrys, que os vende por R$ 520,00 cada. Não contente, desembolsou mais R$ 1 mil para comprar outro modelador, chamado "disciplinador de quadril", a fim de reduzir o acúmulo de gordura na região - em vez de limitar-se à cintura, essa peça prolonga-se até o cóccix, aquele ossinho que fica no final da coluna vertebral. "Uso só às vezes, porque limita muito os movimentos e não dá para vestir com jeans, só com vestido", relata a médica.

A estilista Lili admite que as peças são perigosas. Por isso, entrega para as clientes um manual de como utilizá-las de forma correta, e faz com que assinem uma declaração de responsabilidade. "Deve-se tomar cuidado, porque o espartilho causa dependência, já que as pessoas acabam se acostumando com seu uso ao longo do tempo", avisa Lili.

Diferentemente dos modelos de festa, que servem apenas para incrementar a produção, os que são usados para tight lacing devem ser feitos sob medida. "Cada tronco é diferente do outro, por isso, é preciso saber com exatidão onde pode ser apertado", adverte a estilista. "Uma peça feita em escala, por exemplo, pode pressionar erradamente uma costela, causando sérios danos."

Mais sacrifícios. Entre o arsenal oferecido no mercado, existe um body modelador que está sendo bem procurado, o Lift’n’Shape. É anunciado como um produto para "diminuir até três números do seu manequim na hora". Não satisfeitas, algumas mulheres levam para casa peças até dois números menores, na ânsia de reduzir medidas.

"A pressão no estômago é tão grande que perdemos a fome ", diz a psicopedagoga carioca Bianca Siebra, de 40 anos. "É melhor do que tomar remédio para emagrecer porque, diferentemente dos moderadores de apetite, não tem efeito colateral." Entre suas amigas, várias são adeptas dessa prática e festejam os resultados.

Feito de elastano, o produto não causaria problemas se os tamanhos recomendados fossem respeitados, observa o cirurgião vascular Haddad. Contudo, seu uso equivocado cai no mesmo problema do corset para o tight lacing: o excesso de pressão é um risco à saúde. Como ressalta João Appolinário, diretor da Polishop, site de vendas do Lift’n’Shape, essa peça consegue distribuir de forma mais homogênea a "gordurinha" em excesso. E só.

A obsessão pelas formas leva as mulheres a cometerem maluquices. Segundo a historiadora carioca Mary Del Priory, o resultado das revoluções femininas até o século 20 é ambíguo, porque aponta para conquistas e também cria armadilhas. "Mesmo tomando posse do controle do seu corpo, mesmo regulando o momento de conceber, a mulher não está fazendo mais do que repetir grandes modelos tradicionais", escreve em seu livro Corpo a Corpo com a Mulher. "Ela continua submissa à tríade de ‘perfeição física’ - juventude, beleza e saúde."

Fã dos corsets

A escritora, roteirista e apresentadora Fernanda Young, de 39 anos, virou colecionadora dos corsets de Madame Sher.

Sobre a prática de tight lacing, Fernanda garante que afinar a cintura nunca foi seu objetivo: "Já tenho a cintura fina. É claro que é legal mantê-la assim, já que a tendência é engrossar a cintura com o passar do tempo. Usá-los não é um sofrimento. Acho delicioso. Ficamos fortes e com a postura vigorosa."

Diz que usa os modelos mais confortáveis no dia a dia. Mas, por causa do calor, tem evitado o uso diário, como era de costume. "Senti que prejudicou um pouco a minha postura. Aguardo o frio para usar diariamente."

Ao ser questionada por que investe em uma peça que remete à opressão feminina, Fernanda responde, sem medir palavras: "Opressão é ficar com essas tangas enfiadas na bunda, se esfolando no Sol, só para agradar ao homem. Não uso nada para agradar a ninguém."

SUA TRAJETÓRIA NO GUARDA-ROUPA FEMININO

Século 16: surgiu de forma rudimentar, com a função de dar suporte aos seios e manter o tronco ereto

Século 18: ganhou estruturas mais flexíveis e ilhoses para a amarração dos cordões

Século 19: eram tão apertados que atrapalhavam a respiração e deformavam a coluna e órgãos internos

Século 20: foram sendo adaptados até a criação do sutiã, pois as mulheres precisavam de conforto para trabalhar

Década de 40: estilistas como Christian Dior e Marcel Rochas o resgataram

Década de 90: Gianni Versace e Jean-Paul Gaultier criaram modelos para serem usados por cima da roupa.

Trailer Legendado - Homem De Ferro 2

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Trailer Legendado - O Livro De Eli

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Trailer Dublado - Os Homens Que Não Amavam As Mulheres

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Trailer Dublado - Principe Da Pérsia - As Areias Do Tempo

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Traler Legendado - Querido John

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Trailer Legendado - Ilha Do Medo

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Trailer Legendado - Caçador de Recompenças

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Dean Winchester - Eyes On Fire

PRA DESCONTRAI UM POCO NO SET DE GRAVAÇÃO JENSEN FAZ SHOW


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Trailer Official Saga Crepúsculo - Eclipse - Legendado

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Dakota Fanning ft. Kristen Stewart - Cherry Bomb

VIDEOCLIP DO FILME " THE RUNAWAY "

COM A DAKOTA FANNING E KRISTEN STEWART

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'The Runaways': as meninas que derrubaram as muralhas do rock


A coisa mais notável em The Runaways, um novo filme sobre a pioneira banda de bad girls dos anos 70 que serviu como caminho para que Joan Jett chegasse ao estrelato, é a sensação de autenticidade que ele desperta. As casas noturnas são sujinhas como deveriam. O diálogo é obsceno como deveria. As atrizes cantam direito. Os cabelos são exagerados, as peles marcadas por semanas de alimentação precária e excitação. Da adrenalina de um show à monotonia dos ensaios, o filme serve como perfeito retrato para a vida na estrada de uma grupo de adolescentes ambiciosas que ouvem o tempo todo que "o rock é esporte de homens" (e isso vem de seu próprio empresário).

Um motivo para tanto talvez seja o fato de que o filme se baseia em Neon Angel: A Memoir of a Runaway, as memórias recentemente expandidas de Cherie Currie, a vocalista do grupo, cuja acelerada autodestruição é revivida no filme por Dakota Fanning. Outro motivo para a fidelidade pode ser o fato de que Jett e Currie ensinaram tudo que sabem sobre rock às atrizes, em uma convivência que durou semanas antes do início das filmagens. E a diretora e roteirista Floria Sigismondi conviveu com música "a vida inteira", como ela disse em entrevista em um hotel de Manhattan.

Além de dirigir vídeos para David Bowie (o herói musical de Currie) e o White Stripes, ela trabalhou em casas noturnas e acompanhou em excursão a banda Living Things, de seu marido. "Eu queria que a aparência fosse real. Queria cabelos desarrumados, espinhas, sardas", diz ela sobre o filme, seu primeiro longa. As palavras que ela mais repetia no estúdio eram "cru" e "tosco".


Sempre foi difícil registrar bem a vida do rock, nas telas. As fantasias convencionais -sexo, drogas, farra constante- em geral deixam de lado a realidade muito mais tediosa dos músicos que batalham arduamente pelo sucesso e se sentem aprisionados quando o conquistam. O resultado sempre foram filmes que parecem inflados e caricaturais (como The Doors), docinhos e fofo demais (como Almost Famous) ou narrativas do estilo ascensão e queda, como nos documentários da série Behind the Music.

Mas desde 2002, quando o movimentado 24 Hour Party People capturou bem o espírito da cena da música em Manchester nos anos 70 e 80, surgiram alguns filmes biográficos sobre figuras do rock que capturam a música com perfeição, a exemplo de Control, a história do Joy Division, e What We Do Is Secret, a história do Germs.

The Runaways é um dos raros filmes a tratar da experiência feminina no rock. Até agora, a referência era Ladies and Gentlemen, the Fabulous Stains um cult movie de 1982 sobre uma banda fictícia de meninas punks que fazem proclamações como "toda menina precisa ganhar uma guitarra no 16° aniversário".


"É muito difícil fazer um filme sobre músicos populares, ou sobre música como tema, em qualquer contexto", afirmou Jack White, do White Stripes, em mensagem de e-mail. "Mas podemos confiar em que Floria encontre o ângulo correto, porque ela não precisa exagerar para empurrar o tema".

Sigismondi, 44, conquistou fama no mundo dos vídeos de música em 1997, quando trabalhou com Marilyn Manson. Ela mesmo leva jeito de rock star, com calças negras justas e um suéter negro recoberto por um colete peludo, e um cabelo em estilo ligeiramente gótico. Ao mesmo tempo contida e efervescente, é fácil imaginá-la dirigindo videoclipes para músicos cabeça como Bjork, Sigur Ros e Interpol, bem como para estrelas pop como Christina Aguilera, o que ela fez.

Nascida na Itália, em uma família de cantores de ópera, Sigismondi se mudou para o Canadá com a família aos dois anos. Cresceu nos bastidores de teatros de ópera, e sonhava ser pintora. Depois de estudar artes plásticas, se tornou fotógrafa de arte e moda, realizando diversas exposições e publicando dois livros. No começo dos anos 90, uma produtora sugeriu o salto para os videoclipes musicais. "Em vez de criar uma imagem, eu precisava criar 100", ela diz. "Mas adorei desde o começo. Podia ser mais conceitual".


A maior lenda com quem ela trabalhou foi Bowie, na canção Little Wonder, de 1997. "Floria é uma verdadeira força da natureza, sempre repleta de ideias e meticulosa em sua execução", afirmou Bowie em mensagem de e-mail. "Ela também é meio louca, de um jeito soturno, o que é ótimo para mim, em uma situação de trabalho". Sigismondi trabalha em Los Angeles e começou a desenvolver o projeto quando seu empresário a apresentou aos dois produtores, Art e John Linson. <"Quando a conhecemos, sabíamos que seria ela a diretora, mesmo que nunca tivesse dirigido um longa", afirmou Art em entrevista por telefone. "Se você a encontra e vê seu trabalho, percebe que ela tem um olho espetacular, excelente estilo e um coração de menina". Os produtores acreditavam que era crucial uma mulher como diretora do projeto orçado em menos de US$ 10 milhões. Embora o filme acompanhe a trajetória da banda, Sigismondi considera que seja mais sobre o amadurecimento das integrantes do que uma biografia simples, e que gire essencialmente em torno do relacionamento entre Cherie, Joan e Kim Fowley (Michael Shannon), o desbocado empresário do grupo. No filme, Cherie enfrenta dificuldades com a irmã gêmea, o pai alcoólatra e doente, as drogas e a fama repentina. Sigismondi diz que ela é uma menina ainda jovem tentando se definir em um mundo de alta pressão e excesso, e sem orientação adulta. "Pelo lado de Cherie, é uma história cautelar, e pelo de Joan uma história de inspiração", afirma. (Depois que a banda se desfez, em 1979, Jett conseguiu imenso sucesso com uma cover de I Love Rock¿n¿Roll, em 1982). Fanning disse em entrevista por telefone que o mundo anárquico em que as Runaways viviam atraiu seu interesse quanto ao papel de Cherie. "Trabalhar no cinema envolve ter muita gente no controle, muitas autoridades e regras, sobre escola e tudo mais", ela disse. "E no caso das Runaways, não havia regras, elas excursionavam sem fiscalização, e resolviam sozinhas os problemas que encontravam".


O maior sucesso da banda em quatro anos de carreira foi Cherry Bomb, de 1976, repleta de insinuações sobre sexo com garotas menores de idade ¿o que era surpreendente para o rock da era. A canção parecia tanto excitar quanto irritar o público. Embora tocassem bem, colaborassem nas composições e se apresentassem ferozmente ao vivo, as Runaways costumavam ser desconsiderados pelo mundo masculino do rock dos anos 70, descritas como vadias e invenção comercial. "A atitude era a de que mulheres não levavam jeito para o rock", disse Currie, que entrou para a banda aos 15 anos. "Éramos uma verdadeira ameaça, especialmente por sermos adolescentes".

Em uma cena típica do filme, as meninas são alvo de zombaria de dois músicos cabeludos enquanto estão passando o som em uma casa noturna caindo aos pedaços. "Um dia vocês abrirão para nós", dizem as meninas, prontas para a briga. "Só se abrirmos as suas pernas", os homens respondem. Para se vingar, Joan entra no vestiário da banda dos agressores e urina em uma guitarra.

Para escrever o roteiro, Sigismondi entrevistou Jett, Currie e seus familiares, bem como Fowley.

Os produtores não viam Fanning como ideal para o papel de Cherie, que dorme com Joan (usando patins) e cheira cocaína em um banheiro de avião. Afinal, ela tinha só 12 anos na época, e era conhecida por interpretar personagens vigorosos mas inocentes em filmes juvenis. No entanto, porque foram precisos anos para financiar o trabalho, "ela cresceu nesse meio tempo", disse Art Linson. "Foi pura sorte demorarmos tanto, porque ela está espetacular". (E havia interpretado uma jovem vítima de estupro em Hounddog, antes de fazer o filme.)


Assim que o elenco foi confirmado, começaram as aulas de rock. As meninas aprenderam rudimentos de seus instrumentos, para saber como segurá-los e manipulá-los corretamente, e Fanning e Kristen Stewart aprenderam a cantar como Cherie e Jett. "Quando ouvi Kristen cantar I Love Playing With Fire, pensei que era eu", diz Jett, com uma risada roufenha, em um estúdio de ensaio em Chelsea.

"Devolvi o CD e pedi um novo mix com a voz de Kristen mais alta, dizendo que só estava ouvindo a minha voz. Até que alguém me disse que era só Kristen. Ela imitou todas as minhas inflexões, e com tal perfeição que nem eu mesma distinguia".

Fanning, enquanto isso, subiu ao palco com o Living Things, para aprender como uma deusa do rock se comporta. "Eu nunca tinha cantado com uma banda, e senti a força que é ter algo assim por trás de você", ela disse. Sigismondi também foi rigorosa quanto à autenticidade de época, para evitar referências cafonas aos anos 70. "Eu queria ser mais enxuta¿, disse, que tudo fosse "um pouquinho mais sujo". Em lugar de gravar com câmera digital, ela usou filme Super 16, com uma textura mais granulosa, retrô.


Teria sido fácil chegar ao exagero, dada a história real muito árdua da banda. Mas os produtores preferiram deixar de fora incidentes como o estupro que Currie sofreu aos 15 anos, e a gravidez depois de um caso com um membro muito mais velho da equipe de som; o filme também não mostra a detenção de algumas integrantes da banda no Reino Unido, e um ataque a faca que sofreram em uma casa noturna.

Currie espera que o filme ajude a redefinir o legado da banda. O status pioneiro da Runaways costuma ser desconsiderado nas histórias do rock, mesmo que Jett, uma cantora de grande sucesso nos anos 80, se tenha tornado símbolo feminista, e Lita Ford, a guitarrista solo da banda, se tenha tornado uma das poucas mulheres a ganhar fama como solista de heavy metal.

E, depois de trabalhar em filmes como Foxes, em 1980, de passar por terapia de desintoxicação e tentar outras profissões, Currie talvez tenha a mais perfeita carreira pós-Runaway: ela faz esculturas em madeira usando uma serra elétrica. "Só eu, um tronco e uma serra elétrica", diz. "E ninguém para me dizer o que fazer".

Trilha sonora do filme das Runaways terá músicas cantadas por Dakota Fanning

Atriz fará papel da vocalista do grupo de rock de meninas dos anos 70.
Trilha ainda terá faixas originais de artistas como Bowie e Suzi Quatro.



O site da revista norte-americana “Rolling Stone” divulgou nesta sexta-feira (26) a trilha sonora de "The Runaways" - cinebiografia do grupo de rock liderado por Joan Jett, que estreia em março nos EUA.

Dakota Fanning (“Uma lição de amor”, “Lua nova”) faz o papel da vocalista Cherie Currie, e canta em três faixas da trilha: “Cherry bomb”, “California paradise” e “Queens of noise” – esta última ao lado de Kristen Stewart (“Crepúsculo”, “Lua nova”), que interpreta a guitarrista Joan Jett.

Uma das principais bandas de garotas da história do rock, as Runaways foram formadas em 1975 e acabou em 1979. O filme acompanha a trajetória do grupo desde o começo em Los Angeles, passando por shows no Japão e até o breve romance entre Currie e Jett, que também participa da trilha sonora como cantora solo.

Além de Jett e Fanning, o filme terá gravações originais das Runaways (“You drive me wild”, “I wanna be where the boys are”) e de diferentes artsitas que as inspiraram, como MC5, David Bowie, Sex Pistols, Suzi Quatro e Stooges.

Confira abaixo a lista de faixas da trilha sonora
1. Nick Gilder – “Roxy roller”
2. Suzi Quatro – “The wild one”
3. MC5 – “It’s a man’s man’s man’s world”
4. David Bowie – “Rebel rebel”
5. Dakota Fanning – “Cherry bomb”
6. The Runaways – “Hollywood”
7. Dakota Fanning – “California paradise”
8. The Runaways – “You drive me wild”
9. Dakota Fanning & Kristen Stewart – “Queens of noise”
10. Kristen Stewart & Dakota Fanning – “Dead end justice”
11. The Stooges – “I wanna be your dog”
12. The Runaways – “I wanna be where the boys are (Live)”
13. Sex Pistols – “Pretty vacant”
14. Joan Jett – “Don’t abuse me”

Muse é vetada na trilha de Eclipse



Depois de participar da trilha dos dois primeiros filmes da “Saga Crepúsculo”, a banda Muse foi barrada na seleção musical de “Eclipse”, terceiro filme da franquia.

Quem se pronunciou sobre o assunto foi o baterista Dominc Howard, que confirmou que a banda compôs uma música romântica para o filme, mas por uma decisão das pessoas envolvidas na produção, a canção acabou de fora.

“São as pessoas envolvidas com os negócios do cinema, sem nenhuma relação com os escritores e o pessoal da criação. Acredito que as pessoas cujo trabalho não envolve criação são as mais difíceis para se lidar em Hollywood“, disse Howard.

O baterista ainda falou um pouco mais sobre a música. “Era uma música de amor, então é uma música pessoal, e não tinha nada a ver com os filmes. Mas soava bem“.

A notícia foi uma grande surpresa, já que a autora da “Saga Crepúsculo”, Stephenie Meyer, disse diversas vezes que é fã do Muse e inclusive em um dos livros agradeceu a banda por suas músicas lhe servirem de inspiração. Para completar, o diretor de Eclipse, David Slade, já dirigiu vários clipes da banda.

O músico fez questão de dizer que nem Stephenie Meyer e muito menos David Slade tiveram algo a ver com a decisão.

A Summit Entertainment não se pronunciou sobre o assunto.

Eclipse Caliente...


O diretor de Lua Nova, Chris Weitz, revelou que haverá muita cena 'caliente' no filme Eclipse, o que fará com que ninguém deixe de assistir à terceira parte da Saga Crepúsculo.


"Eu estou ansioso para ver a cena do saco de dormir. Com certeza vai ser bem molhada", comentou Chris referindo-se à cena em que a personagem de Kristen Stewart, Bella, quase morre congelada, e Jacob Black, interpretado por Taylor Lautner, lhe dá calor, na frente de Edward (Robert Pattinson), o que deixa o sexy vampiro enlouquecido de ciúme.


Os fãs vão ter que aguardar, porque Eclipse só chegará aos cinemas em 30 de junho.


Vejam as fotos meia calientes de Bella e Edward...




















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