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Absinto


Absinto Hall


Casa de eventos em Santa Maria.



Informações Complementares


Faixa de Preço: até R$ 20
Horário: De seg, sex e sab a patir das 23h30
Idade Mínima: 18
Faixa Etária: de 18 a 22
Gênero: Axé/Pagode&Cia.
Site: Site Oficial


Resenha

O Absinto Hall localiza-se dentro da área de serviços do Monet Plaza Shopping, em Santa Maria. Com uma área de oitocentos metros quadrados, a casa surgiu com o intuito de abrigar eventos diversificados. Sua arquitetura, organização interna e estrutura possibilitam desde a realização de festas à produções culturais de grande porte.
A agenda do Absinto Hall é diversificada, abrange shows, espetáculos e festas dos mais variados estilos e tamanhos.
A casa dispõe de cinco mesas dentro das especificações da Confederação Brasileira de Sinuca, que garante a qualidade e o prazer em cada partida e as disputas ocorrem em meio a um ambiente vivo e despojado, sendo o clima do bar perfeito para o bate papo entre amigos.


O Que é Absinto


"Absinto" é uma bebida destilada feito da erva Artemisia absinthium. Anis, funcho e por vezes outras ervas compõem a bebida. Ela foi criada e utilizada primeiramente como remédio pelo Dr. Pierre Ordinaire, médico francês que vivia em Couvet na Suíça por volta de 1792.
É por vezes incorretamente chamado de licor, mas é na verdade uma bebida destilada.
O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganho alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde (La Fée Verte) em virtude de um suposto efeito alucinógeno. Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Vincent van Gogh, Oscar Wilde, Henri de Toulouse-Lautrec e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde.


Aparência e consumo


Tem geralmente uma cor verde-pálida, transparente ou, no caso de envelhecido, castanho claro.

Criada originalmente como infusão medicinal pelo médico francês, com uma porcentagem de álcool muito elevada de 40% e 85%, na Belle epoque tornou-se a bebida da moda, contando com certo poder alucinógeno da planta Artemisia absinthium que a integrava e que deu nome à bebida.

Para apreciação de novos sabores, era servido com torrão de açúcar e láudano, este último um opióide. Sem o láudano, atualmente pode ser consumido com água, que reduz a graduação alcóolica da bebida. Desta forma, sobre o copo com a bebida é colocada uma colher perfurada que sustenta o torrão de açúcar, e por onde passará a água gelada que será vertida lentamente sobre o torrão.


Proibição


Na Europa do início do século XX o absinto pode ser considerado uma de droga de massas, levando a população ao alcoolismo e, segundo médicos da época, ocasionando outros problemas de sáude, inclusive mentais, tais como: epilepsia, impotência, tuberculose, sífilis, suicido e loucura.

Em 1873, após noite de consumo de absinto, o poeta Paul Verlaine atirou em Arthur Rimbaud, seu amante na ocasião. Van Gogh, além de suas perturbações inatas, estava sob o efeito do absinto quando cortou a própria orelha e agrediu Gauguin.
Na Suíça, considera-se que cerca de 40% da população adulta era dependente da "fada verde". Em 1912, cerca de 220 milhões de litros de absinto eram produzidos na França.[2] O consumo de absinto na França era tão elevado que a hora do consumo foi apelidada de hora verde, entre 17:00 e 19:00 da noite.
Além dos males causados à saúde popular, o absinto foi responsabilidade pelo aumento da criminalidade. Em 1905, Jean Lanfray assassinou sua família com uma espingarda após grande consumo de outros tipos de álcool e de absinto.
Em 1908, por plebiscito popular, foi proibido na Suíca, onde 63,5% dos eleitores apoiaram a proibição. Aplicada em 1910, a lei proibiu o absinto na Suíça. Outros países seguiram e em 1913 os EUA e quase toda Europa haviam adotado a proibição. Apenas na Espanha, Portugal, Dinamarca e Inglaterra ainda era permitido o consumo, desde que a bebida fosse produzida com quantidade limitada de tujona.
Em 1999 no Brasil, foi trazida pelo empresário Lalo Zanini e legalizada no mesmo ano, porém teve de adaptar-se à lei brasileira, com teor alcoólico máximo de 54ºGL.


É verdade que o absinto provoca alucinações?


Quando o absinto foi banido na França, na Suíça, nos Estados Unidos e em muitos outros países, no início do século 20, ele realmente caiu em desgraça. Ele não foi apenas reprovado; foi acusado de criar assassinos, transformar crianças em criminosos e mulheres em "mártires". O álcool tradicional recebeu tratamento semelhante durante o período da Lei Seca nos Estados Unidos, e isso se mostrou bastante oportuno. Hoje em dia sabemos que o absinto, fabricado de maneira apropriada, na forma de bebida alcoólica com aroma de anis, não é mais perigoso do que qualquer outra bebida devidamente preparada.

E as histórias de alucinações, Oscar Wilde e as tulipas, massacres em família e morte instantânea? Nada disso tem relação com o absinto, tecnicamente falando. O teor alcoólico do absinto é bastante elevado - algo entre 40% e 85%, o que equivale a cerca de 110 a 144 proof na graduação norte-americana. No Brasil, o maior teor alcoólico no absinto, segundo permite a legislação, é de 54%. Comparativamente, um uísque normal 40% (80 proof) vai parecer brincadeira de criança, e é por isso que a idéia é diluir o absinto. O absinto não é um alucinógeno; seu teor alcoólico e seu aroma de ervas o distanciam das outras bebidas.
O absinto tradicional é feito de anis, erva-doce e losna (uma planta), mas há diversas receitas que acrescentam outras ervas e flores à mistura. O anis, a erva-doce e a losna são embebidos em álcool e a mistura é destilada. O processo de destilação faz que os óleos das ervas e o álcool evaporem, separando-se da água e das essências amargas liberadas pelas ervas. Os óleos de erva-doce, anis e losna se recondensam com o álcool em uma área de resfriamento e o destilador dilui o líquido resultante até o grau que o absinto vai ter (com base em variações de marcas ou leis regionais). A essa altura, o absinto está claro; muitos fabricantes acrescentam ervas à mistura após a destilação para obter a clássica coloração verde da clorofila.

O princípio ativo que leva toda a culpa pela fama de alucinógeno do absinto se chama thujone, e é um componente da losna. Em doses muito altas, o thujone pode ser tóxico. Trata-se de um inibidor GABA (ácido gama-aminobutírico), o que significa que ele bloqueia os receptores GABA no cérebro e isso pode causar convulsões se você ingerir uma certa quantidade. Está presente em muitos alimentos, mas nunca em doses altas o suficiente para fazer mal. No absinto também não há quantidade suficiente de thujone que possa fazer mal. No final do processo de destilação, sobra muito pouco thujone no produto. A ciência moderna estima que uma pessoa que beba absinto morrerá de intoxicação pelo álcool muito antes de ser afetada pelo thujone. E não existe prova nenhuma de que o thujone possa provocar alucinações, mesmo em doses elevadas.

Levando em conta as análises atuais da bebida e de seus ingredientes, é bem mais provável que uma morte relacionada ao absinto seja atribuível ao alcoolismo, a uma intoxicação por álcool ou à ingestão de uma bebida de má qualidade, que, assim como a moonshine, uma bebida destilada ilegalmente, pode conter substâncias tóxicas. Não compre absinto de qualquer um - você correrá os mesmos riscos que correria bebendo moonshine vendido em uma barraquinha. E a menos que você tenha um destilador em casa, com aqueles kits faça-você-mesmo vendidos na Internet, você vai produzir uma bebida herbácea de gosto horroroso, não absinto.

Só para esclarecer, aquele homem que matou a família na Suíça em 1905, provocando um monte de restrições quanto ao absinto e até mesmo uma emenda constitucional, estava sob a influência do absinto - ele estava bebendo desde que acordou naquele dia, sem parar (e no dia anterior também). E Oscar Wilde? Bem, não restam dúvidas de que o poeta viu tulipas nas pernas enquanto andava sob a luz matinal depois de uma noite bebendo absinto em um bar local. Os poetas são assim mesmo. As pessoas normais não veriam tulipas após beber absinto, tanto quanto gim tônica.

Hoje em dia, o absinto é legal em quase todos os países onde o álcool é legal. Os Estados Unidos são um dos poucos países que ainda proíbem a venda de absinto.


Absinto, a fada verde



Álcool desinibe os inibidos, aproxima os distantes, aquece os frios. Faz de um bebedor irmão do outro – ou inimigo mortal. Eu acredito que, alterados por bebidas, não fazemos coisas que não faríamos de nenhum outro jeito, mas sim coisas que adoraríamos fazer, mas para as quais normalmente nos falta audácia (ou sobra senso do ridículo). A embriaguez traz à superfície o melhor e o pior de cada um. Pense naquele carinha tímido que após uma ou duas cervejas finalmente cria coragem para abordar a mina mais cobiçada da festa. Ou naquele sujeito violento que, depois de mamar todas, mata a família inteira.
Lendo, descobri o absinto. Não, nunca bebi. Mas de alguma forma caí no encanto da fada verde. Absinto marcou época. Simbolizou o hedonismo e o escapismo dos boêmios pré-século 20. Ganhou fama de alucinógeno forte, capaz de levar os adeptos a atos criminosos. Foi proibido em muitos países. É assim que seu simbolismo se torna mais forte ainda: não é apenas subversivo, é ilegal, coisa de mercado negro, de clube secreto. Deve ser vendido à socapa, consumido no fundo da alcova. Uma bebida para artistas, para amantes. Não por acaso, apreciada por pintores como Van Gogh e Picasso, poetas como Baudelaire e Rimbaud, escritores como Wilde e Hemingway, entre outros doidões grandiosos.
O Absinto é uma ervinha medicinal consagrada à deusa Artemis/Diana. Pode levar ainda plantas como funcho, anis, hisopo, erva cidreira. É verde. É amargo. Foi produzido pela primeira vez em 1792 por um certo Pierre Ordinaire, médico francês. Seu teor alcoólico podia chegar a 85% (quase um Álcool Zulu com um gostinho extra). Era servido com um torrão de açúcar, água e láudano, um opióide – parente da morfina e da heroína. Troço de doido mesmo. A característica endoidecedora do absinto é uma substância tóxica da losna: a tuiona, que excita as células cerebrais e que em grandes quantidades pode provocar convulsões.

Hoje, o absinto está legalizado na maior parte dos países que permitem o consumo de álcool. Sua gradação alcoólica é limitada a 53,5% no Brasil, que importa a bebida de Portugal. A tuiona permanece na receita, mas em porcentagem bem reduzida para não causar muito estrago. A bebida é consumida com açúcar e água mas, claro, sem láudano. Bom, vai saber.

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