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As 10 praias mais lindas para passar as férias


O verão está aí e logo que se pensa nessa estação, um das primeiras coisas que associamos a ela é, indubitavelmente, praia! O Brasil, com seu extenso litoral, foi presenteado com as mais lindas praias, dentre as quais fica difícil eleger a melhor. Pensando nisso, o Portais da Moda decidiu pesquisar e escolher 10 opções de praia nas quais você pode passar as suas férias de verão!

Começando pela região sul, o estado de Santa Catarina é bastante conhecido pelo seu litoral. Entre as cidades catarinenses, Florianópolis é o destino mais cobiçado pelos veranistas. A cidade tem praias lindas, e é um tanto complicado optar por uma. No entanto, é praticamente impossível não citar Jurerê, ao norte da ilha, que fica apenas a 25 quilômetros do centro. É uma praia de mar calmo e límpido, o clima é propício para praticar esportes, velejar, andar de jet-ski e até mesmo pescar. Também é um ambiente ideal para as crianças, já que as águas são tranqüilas, sem correnteza, diminuindo a preocupação dos pais. Em terra, é dividida em duas porções. À esquerda fica Jurerê Internacional, um loteamento planejado, com ótima infra-estrutura, abrigando restaurantes, supermercados, shoppings, farmácias e estacionamentos para quem quer passar apenas um dia na praia. O local atraiu pessoas preocupadas com a qualidade de vida, que transformaram o local em um parque de mansões. À direita fica Jurerê Tradicional, onde vivem os moradores mais antigos do bairro e também, onde é possível encontrar restaurantes de culinária típica e o Clube de Santa Catarina, com um trapiche de acesso à praia. Passar a temporada em Jurerê tem um custo bastante alto, para quem estiver disposto a gastar. Para quem não estiver, passar um dia na Praia de Jurerê é um programa que vale a pena, para quem estiver em Florianópolis.


Praia de Jurerê


Santa Catarina também tem Balneário Camboriú, que também constitui um dos principais destinos de que freqüenta as praias do sul do país. Uma das praias mais procuradas em Camboriú é a das Laranjeiras, por causa de suas águas límpidas e calmas, ideais para banho e esportes náuticos. A baía é cercada pela Mata Atlântica, proporcionando uma linda paisagem natural.Tem apenas 750 metros de extensão, e um ótimo serviço de bares e restaurantes.



Praia de Laranjeiras

Indo em direção ao sudeste, as duas próximas praias se localizam no estado do Rio de Janeiro. Em Búzios, uma das praias mais cobiçadas é a de João Fernandes. Localiza-se na ponta nordeste da península, em frente à Ilha Branca, a 2 quilômetros do balneário. Suas águas são calmas, azuis e transparentes e a areia, clara e fina. É ideal para banho e prática de esportes como mergulho livre e windsurf. Lá é possível alugar caiaques ou fazer passeios de scuna. Na orla há bares e restaurantes rústicos, com ótimo serviço à beira-mar, dando um clima alegre e tropical à praia. João Fernandes tem boa infra-estrutura e é um dos melhores lugares para se hospedar em Búzios, já que se localiza perto das praias mais bonitas da península.



Praia de João Fernandes


A cidade do Rio de Janeiro não poderia deixar de ser citada, trazendo a charmosa praia de Ipanema. Localiza-se entre o Leblon e o Arpoador, com cerca de 2 quilômetros de extensão. Cantada pela Bossa Nova, é uma das praias preferidas entre os cariocas e os turistas. Dispõe de sanitários, quiosques, ciclovias e postos salva-vidas. Ao pôr-do-sol, é um dos locais preferidos dos praticantes de esportes. É a praia mais boêmia da cidade, onde se encontra o Morro Dois Irmãos, com uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro. À frente da praia de Ipanema ficam as ilhas das Palmas e das Cagarras, locais ideais para mergulhos, onde pode-se chegar alugando barcos na Marina da Glória. Estando no Rio, é obrigatório dar uma passada em Ipanema.



Praia de Ipanema


Para quem for passar o verão no Espírito Santo, não pode deixar de passar por Guarapari. Lá, a Praia do Morro é a mais urbanizada e badalada. A areia é clara e solta, com trechos de águas calmas e outros, de mar agitado, ideal para a prática do surf, windsurf e bodyboarding. Fica ao norte do centro e tem aproximadamente 4 quilômetros de extensão. O calçadão é iluminado durante a noite e a orla dispõe de bares, restaurantes e quiosques. Ainda há hotéis, pousadas e áreas para camping. Durante as noites de verão, os bares da Praia do Morro são os mais freqüentados.



Praia do Morro


Subindo para a Bahia, no povoado de Curuípe, temos a Praia do Espelho. Localizada entre Trancoso e Caraíva, a praia é considerada uma das mais belas do sul da Bahia. A paisagem natural reúne um mar azul, formando piscinas naturais, grandes falésias brancas e avermelhadas e muitos coqueiros. A essas belezas, junta-se o charme rústico das pousadas, restaurantes e ateliê que se concentram ao redor da praia, abrigadas por pequenas casas coloridas. Durante a temporada, a pacata vila de pescadores é bastante freqüentada pelos turistas.




Praia do Espelho


Passando por Pernambuco, Porto de Galinhas abriga praias eleitas como as melhores do país por muitas vezes. Para quem procura agitação, a praia de Maracaípe é lugar certo. O local se tornou conhecido por ser o ponto de encontro de surfistas, tanto amadores quanto profissionais. A praia abriga uma das etapas do Circuito Brasileiro de Surf, por causa da baía natural, que permite a formação de grandes ondas. Sua areia é branca e batida, e possui áreas com coqueiros e cajueiros. A praia ainda abriga o pólo gastronômico da Vila de Todos os Santos e oferece um passeio de jangada pelo rio para visitar o manguezal e observar os cavalos-marinhos. Maraca, como é chamada carinhosamente pelos freqüentadores, tem noites agitada, embaladas por forró, reggae, samba e ritmos locais. Conta ainda com infra-estrutura para shows e hospedagens para todos os bolsos.



Praia de Maracaípe


Indo para o Rio Grande do Norte, temos a Pipa, onde se localiza a Praia do Madeiro, a queridinha dos turistas da região. Suas areias possibilitam caminhadas, banhos de sol e prática de esportes. As águas cor de esmeralda são tranqüilas e quentes, ideais para banho e iniciantes do surf. A principal atração da Praia do Madeiro são os golfinhos, que costumam aparecer no início da manhã. Com o transporte alternativo local, é possível visitar todas as outras praias da Pipa. Madeiro uma praia simples, que atrai turistas de todos os lugares, inclusive estrangeiros, por causa dos pequenos detalhes.



Praia do Madeiro


Seguindo para o Ceará, passamos pela capital, Fortaleza, onde se localiza a Praia do Futuro. É a preferida dos habitantes locais e turistas para banhos e mergulhos. Fica a cerca de 8 quilômetros do centro, e oferece águas limpas e ondas fortes, boas para a prática do windsurf. Devido à salinidade da água e à maresia que provoca a corrosão das partes metálicas dos edifícios e aparelhos eletrônicos, a Praia do Futuro fica um pouco isolada da área urbana de Fortaleza, mas oferece barracas com uma infra-estrutura incomparável, que proporcionam conforto e possibilitam passar o dia e a noite inteiros na praia.



Para finalizar, ainda no Ceará, no município de Jijoca de Jericoacoara, localiza-se a Praia de Jericoacoara, uma das mais belas do país. Dispões de dunas, formações rochosas, recifes, coqueiros e lagoas, que constituem uma lindíssima paisagem natural. Há 20 anos atrás, tratava-se de uma simples vila de pescadores, que hoje tem um fama internacional, o que proporcionou a instalação de pousadas, restaurantes e bares rústicos. Apesar da mudança de cenário, o charme da tranqüila praia permanece. É ideal para caminhadas e para a prática de windsurf e kitesurf. Na Praia de Jericoacoara é possível realizar passeios de buggy até a Praia de Tatajuba, caminhadas ou cavalgadas até a Pedra Furada e observar o pôr-do-sol das dunas.


Praia de Jericoacoara


Com certeza, muitas das melhores praias ficaram de fora dessa lista, inclusive as de Fernando de Noronha, consideradas as mais bonitas do Brasil. Essas são apenas algumas dicas.

Tribos urbanas


As tribos urbanas ou metropolitanas ou regionais são constituídas de microgrupos que têm como objetivo principal estabelecer redes de amigos com base em interesses comuns. Essas agregações apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir.Um exemplo conhecido de tribo urbana são os punks. Segundo Michel Maffesoli, o fenômeno das tribos urbanas se constitui nas "diversas redes, grupos de afinidades e de interesse, laços de vizinhança que estruturam nossas megalópoles. Seja ele qual for, o que está em jogo é a potência contra o poder, mesmo que aquela não possa avançar senão mascarada para não ser esmagada por este".

A expressão "tribo urbana" foi cunhada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou usá-la nos seus artigos a partir de 1985. A expressão ganha força três anos depois com a publicação do seu livro Le temps des tribus: le déclin de l'individualisme dans les sociétés postmodernes.


Características


Cultura Informal


A cultura das tribos urbanas é informal, bem diferente das organizações ligadas ao "burguesismo" permeadas pelo nosso taylorismo ocidental, que rejeita a emoção e os sentimentos coletivos (coisa típica de uma cultura empresarial). O neotribalismo pratica uma "solidariedade orgânica" que vai de encontro a essa "solidariedade mecânica dos indivíduos racionais" do capitalismo.

Como metáfora explicativa, Maffesoli invoca dois deuses do panteão Grego: Apolo e Dionísio - duas figuras opostas; Apolo, representando a razão e Dionísio, representando o mundano, o "terreno".

Esses grupos não têm projetos ou objetivos específicos a não ser pelo partilhamento, no "aqui-agora".



Proxemia


As tribos reforçam "um sentimento de pertença" e favorecem "uma nova relação com o ambiente social".

A proxemia das tribos é uma faca de dois gumes. Ela pode, por um lado, ser expressa pela tolerância. Um exemplo disso é a tribo dos Clubbers. Incentivados pela filosofia P.L.U.R. - Peace, Love, Unity & Respect - os frequentadores das Raves são incitados a respeitar o "meio ambiente e outras pessoas, independente de credo, raça, religião, gostos e opiniões". A outra face dessa "homossocialidade" tribal é a exclusão do "diferente" à partir da violência, coisa bem presente no fanatismo e no racismo de algumas tribos. Os Skinheads em geral enquadram-se aí, tendo como inimigos declarados os estrangeiros, os mauricinhos, os gays "…e, principalmente, os anarcopunks".



Não-Ativismo


O neotribalismo não se opõe frontalmente ao poder político como o faz o proletariado. Isso não quer dizer, no entanto, que as tribos urbanas sejam passivas ou que não prestem atenção no jogo político. O que as tribos fazem é evitar as formas institucionalizadas de protesto (comícios, greves e piquetes) das quais o proletariado se vale. A resistência das tribos é mais "subterrânea" valendo-se - por exemplo - da música para afirmar sua não-adesão à "assepsia social" dos mantedores da Ordem. Essa "desqualificação" praticada pelas tribos, com o tempo, "corrói progressivamente a legitimidade do poder estabelecido".



Fluidez & Estabilidade


Maffesoli destaca algo paradoxal nas tribos urbanas. Elas são instáveis e "abertas", podendo uma pessoa que participa delas "evoluir de uma tribo para a outra". Por outro lado, essas tribos alimentam um sentimento de exclusividade e um "conformismo estrito" entre seus participantes.


Críticas

Mobilidade

Há de se questionar até que ponto é verdadeira essa "mobilidade" entre tribos apregoada por Maffesoli. Rivalidades entre tribos urbanas (Mods e Rockers, p. ex.) têm sido registradas desde os anos 1960 na Inglaterra e, desde então, os conflitos vem crescendo bastante. Num artigo escrito para a Rolling Stone americana (dezembro de 1980), Dave Marsh lamentava a falta de união entres os fãs de Rock, citando como exemplo a crescente hostilidade entre Punks e Headbangers. Os conflitos recentes entre Punks e Skinheads paulistas também põe em xeque essa ideia de que alguém pode mover-se de uma tribo para outra sem maiores problemas.

Como assinalara o próprio Maffesoli, o pós-modernismo retoma muitos elementos do pré-modernismo. Os skinheads (ou "carecas") paulistas. Obrigaram dois jovens a pular do metrô em movimento


Exemplos

Algumas das tribos urbanas são:

* Punks
* Nerds
* Góticos
* Metaleiros
* Rivetheads
* Indies
* Emos
* Hippies
* Hip-Hoppers



* Pagodeiros
* Clubbers
* Skinheads
* Surfistas
* Otakus
* Baladeiros
* Regueiros



* Torcedor Organizado
* Preppys
* Fashionistar's
* Skatistas



* Axezeiros
* Pitboys
* Cyberpunk
* Clapps



Esta uma pequena lista de filmes relacionados às tribos urbanas.



Clubbers


* Better Living Through Circuitry (1999), de Jon Reiss.
o Documentário sobre a música eletrônica dos anos 1990. Inclui entrevistas com Moby, Roni Size e integrantes do The Crystal Method.
* A Festa Rave (2000), de Greg Harrison.
o Filme que se passa na maior parte do tempo em uma rave underground em San Francisco (EUA).



Headbangers


* This Is Spinal Tap (1984), de Rob Steiner.
o Documentário de uma banda fictícia (Spinal Tap) que faz paródia dos excessos do Heavy Metal.
* Heavy Metal (1988), de Helen Gallacher.
o Exibido originalmente no Arena, programa de TV da BBC. Inclui apresentações exclusivas do Metallica, Motörhead e Napalm Death.
* The Decline of Western Civilization Part II: The Metal Years (1988), de Penelope Spheeris.
o Documentário centrado na cena "Glam Metal" de Los Angeles.
* Metal: A Headbanger's Journey (2005), de Sam Dunn.
o Antropólogo canadense investiga sua própria tribo urbana.
* Heavy: The Story of Metal (2006), de Mike Warren.
o Produzido pela VH1 - um canal "primo" da MTV - e exibido em quatro capítulos.
* Murder Music: Black Metal (2007), de David Kenny.
o Escrito pelo jornalista Malcolm Dome. Relata a história do Black metal, privilegiando as bandas norueguesas.



Hippies



* Monterey Pop (1968), de Don Alan Pennebaker.
* Easy Rider - Sem Destino (1969), de Dennis Hopper.
* Woodstock (1970), de Michael Wadleigh.



Punks


* Jubilee (1977), de Derek Jarman.
* The Decline of Western Civilization (1981), de Penelope Spheeris.
o Documentário pioneiro sobre o Punk Rock americano. Inclui apresentações do Black Flag, Circle Jerks, The Germs e outros.
* Another State of Mind (1984), de Adam Small e Peter Stuart.
* Sid e Nancy - O Amor Mata (1986), de Alex Cox.
o Baseado no romance trágico entre Nancy Spungen e Sid Vicious, o falecido baixista dos Sex Pistols.
* The Decline of Western Civilization - Part 3 (1998), de Penelope Spheeris.
o A diretora volta a retratar a cena Punk de Los Angeles vinte anos depois.
* The Filth and The Fury (2000), de Julien Temple.
o A história dos Sex Pistols, tendo como pano de fundo a caos social da Inglaterra do final dos anos 1970.
* Punk: Attitude (2005), de Don Letts.
* American Hardcore (2006), de Paul Rachman.
o Conta a história do Punk Hardcore americano durante a era Reagan.
* Botinada (2006), de Gastão Moreira.
o Jornalista e ex-VJ da MTV traça a evolução do Punk Rock no Brasil, com destaque para a cena paulista.



Skinheads


* Made In Britain (1982), de Alan Clarke.
* Skinhead - A Força Branca (1992), de Geoffrey Wright.
o Um dos primeiros trabalhos do ator Russel Crowe, esse filme australiano retrata a violência em torno de uma gangue skinhead.
* Um Skinhead no Divã'' (1993), de Suzanne Osten.
o Filme sueco que trata da relação conturbada entre um skinhead neonazista e seu psicanalista judeu.
* A Outra História Americana (1998), de Tony Kaye.
* Oi! Warning (1999), dos irmãos Reding.
* Tolerância Zero (2001), de Henry Bean.
o Inspirado por fatos reais, o filme conta a história do paradoxal Danny Balint (Ryan Gosling) - um neonazista judeu.
* Skinhead Attitude (2003), de Daniel Schweizer.
* This Is England (2006), de Shane Meadows.


E abaixo falarei sobre algumas dessas tribos urbanas separadamente...

Punks


Cultura punk

Denomina-se cultura punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação.


O punk como movimento social

A partir do fim da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão Movimento Punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos —seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social.

Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo punk como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo o aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem no entanto se apegar a um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada.

Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, às vezes violentos, que ocorrem no encontro destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.


Origem

Estados Unidos

Originalmente o punk surge por volta de 1975 como uma manifestação cultural juvenil semelhante aos da década de 1950 e 1960: era caracterizado quase que totalmente por um estilo baseado em música, moda e comportamento.

Esta primeira manifestação punk, o estilo punk rock, surge primeiro nos Estados Unidos com a banda The Ramones por volta de 1974 e é caracterizada por um revivalismo da cultura rock and roll (músicas curtas, simples e dançantes) e do estilo rocker/greaser (jaquetas de couro estilo motociclista, camiseta branca, calça jeans, tênis e o culto a juventude, diversão e rebeldia).

Enquanto o rock and roll tradicional ainda criava estrelas do rock, que distanciavam o público do músico, o punk rock rompeu este distanciamento trazendo o princípio da música super-simplificada (pouco mais que três acordes, facilmente tocados por qualquer pessoa sem formação mínima musical) e instigando naturalmente outros adolescentes a criarem suas próprias bandas. O punk rock chega à Inglaterra e influencia uma série de jovens pouco menos de um ano depois.

Extremamente empolgado pela apresentação dos Ramones, Mark Perry abandona seu emprego e produz o primeiro fanzine punk, o Sniffin' Glue ("cheirando cola"), com a intenção de promover esta nova agitação cultural. O fanzine foi o símbolo marco para o faça-você-mesmo punk, não tinha quase nenhum recurso financeiro e era marcado pelo estilo visual deliberadamente grosseiro e com senso de humor ácido.


Inglaterra


Na Inglaterra o princípio de que "qualquer um pode montar uma banda" e o espírito renovador do punk rock se mesclaram a uma situação de tédio cultural e decadência social, desencadeando o punk propriamente dito.

Os Sex Pistols, antes uma banda de punk-rock comum, se torna um projeto mais ambicioso com a tutela de Malcom McLaren e a inclusão de um vocalista inventivo e provocador, Johnny Rotten. A banda passa a usar suásticas e outros símbolos nazi-fascistas, além de símbolos comunistas e indumentária sadomasoquista num agressivo deboche dos valores políticos, morais e culturais (influenciados e patrocinados por Malcolm McLaren e Vivienne Westwood, amigos aficcionados pelas idéias Dadaístas e Situacionistas).

Além de ridicularizar clássicos do rock and roll, as músicas da banda costumavam demonstrar um profundo pessimismo e niilismo, agredindo diretamente diversos elementos da cultura vigente, sempre em tom sarcástico e agressivo. Logo chamam a atenção de entusiastas que começam a acompanhar os shows produzindo eles próprios de forma caseira estilos de roupas e acessórios, em geral rearranjos de roupas tradicionais como ternos, camisas e vestidos, com itens sadomasoquistas, pregos, pinos, rasgos e retalhos.

Essas características —sarcasmo, interesse pelo grosseiro e o ofensivo, valorização do faça-você-mesmo, reutilização de roupas e símbolos de conhecimento geral em um novo contexto bizarro, crítica social, desprezo pelas ideologias, sejam políticas ou morais, e pessimismo— somado ao estilo empolgante e direto do punk-rock definiram a primeira encarnação do que hoje entendemos como cultura punk.

A partir de 1977 esta postura punk se tornou um fenômeno impactante na maior parte do mundo e pouco a pouco foi se transformando e ramificando em sub-gêneros.


Brasil


O movimento punk em São Paulo surgiu na Zona Norte, mais precisamente a turma roqueira da Vila Carolina, onde desde o início dos anos 70, já se formava uma cena pré-punk influenciada por bandas de protesto norte-americanas e inglesas, como MC5, The Stooges e Dust. Daqui surge a primeira banda de punk rock brasileira: os Restos de Nada.

A banda foi formada em 1978 como uma forma de protestar contra a repressão do governo militar e mostrar que diversos jovens lutavam por uma sociedade melhor. O precursor dessas idéias foi o guitarrista Douglas Viscaino que criou a banda. Inspiradas nesse ideal, muitas outras bandas se formaram para também criticar o regime, tais quais como AI-5, Detrito Federal, Condutores de Cadáver, Cólera, Aborto Elétrico, entre outras.

Em Brasília, o punk rock chegou por volta de 1977, através de filhos de políticos e embaixadores que trouxeram do exterior álbuns de bandas de punk rock que estavam nas paradas inglesas da época.


Música

O primeiro elemento cultural punk desenvolvido foi a música. A música punk desde suas origem até os dias de hoje passou por diversas mudanças e sub-divisões, englobando características que vão desde o pop rock irônico e politicamente indiferente, ao ruidoso discurso político panfletário, entre outras características. Apesar disso, nos diversos estilos de música punk o caráter anti-social e/ou socialmente crítico é bastante recorrente e a ausência destas características é vista por alguns como justificativa para o não-reconhecimento de uma banda como sendo do estilo punk. Estilos muito distintos do punk rock também são desconsiderados com freqüência.

O estilo punk rock tradicional caracteriza-se pelo uso de poucos acordes, em geral power chords, solos breves e simples (ou ausência de solos), música de curta duração e letras rebeldes, sarcásticas que podem ser politizadas ou não, em muitos casos uma manifestação de antipatia à cultura vigente. Estas características não devem ser tomadas como uma definição geral de punk rock, pois bandas e variações bem difundidas do gênero apresentam características muitas vezes antagônicas a estas, como por exemplo as músicas longas e complexas do Television (uma banda de protopunk), o experimentalismo cacofônico do Crass (uma banda mais voltada ao ideologia punk anarquista), a tendência de sociabilização das bandas de hardcore moderno e o discurso sério de algumas bandas politizadas.


Sub-gêneros

As divergências éticas e comportamentais ou o simples desenvolvimento de certos estilos dentro e em harmonia com o punk criaram ao longo de sua história vários sub-gêneros que vão desde a criação de filosofias de vida à mera formação de um estilo musical e de vestuário particulares.


Moda punk

A moda é, junto à música, o aspecto cultural mais característico e evidente do punk. O termo moda, no entanto, não é bem aceito pela maioria dos punks e influenciados pela cultura punk pois é entendido estritamente como modismo, aceitação social, comércio e/ou mera aparência. Costuma-se empregar o termo estilo, com o significado de "roupa como afirmação pessoal" (apesar deste também ser um dos significados da palavra moda), ou mais comumente ainda o termo visual, utilizado em quase toda a cultura alternativa brasileira, não somente no meio punk.

O estilo punk pode ser reconhecido pela combinação de alguns elementos considerados típicos (alfinetes, patches, lenços à mostra no bolso traseiro da calça, calças jeans rasgadas, calças pretas justas, jaquetas de couro com rebites e mensagens inscritas nas costas, coturnos, brincos, tênis converse, correntes, corte de cabelo moicano,(colorido ou espetado, etc) ou espetado por inteiro (dos lados, atrás e em cima) e em alguns casos lapis ou sombra no olho, sendo esta combinação aleatória ou de acordo com combinações comuns à certos sub-gêneros punk, ou ainda o reconhecimento pode ser pelo uso de uma aparência que seja desleixada, "artesanalmente" adaptada e que carregue alguma sugestão ou similaridade com o punk sem necessariamente utilizar os itens tradicionais do estilo.

A moda punk, em sua maioria, é deliberadamente contrastante com a moda vigente e por vezes apresenta elementos contestadores ou ofensivos aos valores aceitos socialmente —no entanto um número considerável de punks e alguns sub-gêneros apresentam uma aparência menos chamativa (por exemplo o estilo tradicional hardcore). Há também indivíduos intimamente ligados a esta cultura que não têm nenhum interesse ou deliberadamente se recusam a desenvolver uma aparência punk, em geral motivados pelas diversas críticas que a moda punk recebeu durante sua história (veja o artigo principal: moda punk).

As variações dos elementos das roupas punk e o surgimento de ramificações de estilo estão associados, na maioria dos casos, ao surgimento de novos sub-gêneros musicais, influências ideológicas e de elementos de outras culturas que em determinados momentos dividiam mesmo espaço com o punk. A idéia popularmente difundida e equivocada de que todos os elementos do estereótipo punk foram "planejados" cuidadosamente como simbolismo da ideologia libertária/anarquista —por exemplo o coturno, originalmente trazido a cultura punk por influência da cultura skinhead, que é comumente e erroneamente justificado como símbolo de repúdio ao Exército— é com freqüência aceita entre novos punks que acabam desta forma propagando e conseqüentemente agregando pouco-a-pouco um sentido simbólico que não existia anteriormente à moda punk.

Enquanto o estilo punk desligado de um movimento costuma utilizar com liberdade os elementos, combinando peças intuitivamente e utilizando outros itens que não fazem parte do estilo clássico, os membros dos diversos grupos do movimento punk consideram fundamental algumas combinações tradicionais de elementos, uma vez que elas identificam o grupo (e conseqüentemente a ideologia) específico que o indivíduo pertence.

Em diversos países, incluindo o Brasil, a roupa é na maioria das vezes o elemento que desencadeia as brigas de rua entre gangues, membros de grupos divergentes do movimento punk e outros movimentos que repudiam o punk. A combinação arbitrária de elementos costuma não ser bem vista por punks de gangues e sub-grupos do movimento pois é interpretada como uma demonstração de ignorância sobre os costumes, a aparência e as ideologias punk ou fruto de uma tentativa da cultura vigente se apropriar desse estilo. Este desentendimento pode culminar no desprezo, ridicularização ou hostilidade para com o indivíduo ou, nos casos dos grupos violentos, na coerção, furto de peças e agressão.


Comportamento

Ideologia

Desde o seu início, a cultura punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditar ou não em um deus ou religião qualquer. Porém, por causa do tempo de existência, seu caráter cosmopolita e amplo, ocorreram distorções de todas as formas, em diversos países, dando ao movimento punk uma cara parecida mas totalmente particularizada em cada país.

Por se assemelhar em diversos aspectos com o anarquismo (posteriormente, a principio o movimento punk era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações.

Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, este ganhou um novo rumo com redirecionamento a uma nova militância política, com discursos e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas.

Como a maior parte dos movimentos populares, o movimento punk tem quase tantas nuances quanto o número de adeptos, mas em geral sustentam valores como anti-machismo, anti-homofobia, anti-fascismo, amor livre, antilideranças, liberdade individual, autodidatismo, iconoclastia, e cosmopolismo.

Existem outras vertentes do movimento como o streetpunk/oi! caracterizado pelo relacionamento de punks e skinheads, ou o straight edge que se auto-denominam "livres de drogas" não fazendo uso de nenhuma substância que altere o humor, incluindo o álcool e a nicotina.

A outra vertente, talvez a mais tradicional e/ou original do Brasil, são as gangues, que estiveram presentes desde o começo deste movimento, principalmente em São Paulo, onde existem até hoje. São famosas pelo uso da violência e união de seus integrantes, geralmente andam em grupos não tão numerosos. Chegam a ser mais de 10 facções em São Paulo, sendo as principais só quatro delas, que são originais do começo do movimento e talvez as mais respeitadas.



A estreita relação entre a música e a ideologia punk



A música punk desde seu início foi marcado como um estilo musical de contestação, seja como uma resposta musical ácida e crítica aos rumos que a música rock havia tomado na época com o rock progressivo, ou de forma ideológica criticando opiniões preconceituosas de músicos famosos de rock no final dos anos 70 e início dos anos 80, como o apoio de algumas bandas de punk rock e streetpunk ao rock against racism.

O gosto por certas bandas e gêneros musicais é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à uma certa postura ideológica distinta dentro da cultura punk, como o niilismo, o anarquismo, a cultura de rua, entre outras.

No Brasil, bandas podem ser repudiadas por grupos anarcopunks brasileiros, como Vírus 27 e Garotos Podres pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, ou como o Ratos de Porão por ter o reconhecimento da mídia, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre outros punks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos por certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos, muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária, fato esse muito comum nos grandes centros urbanos brasileiros.

Em outros países, principalmente em países europeus, atualmente há mais tolerância às diferenças musicais, ideológicas e culturais distintas, como uma forma de se unir tendo as raizes musicais como um elo em comum, contra grupos e indivíduos com posturas ideologicas discriminatórias e opressoras como o nazismo e o fascismo.


Mídia punk

Alguns punks evitam relações com a mídia tradicional por filosofia, e é bem comum que não seja de conhecimento público o nome de escritores de zines - publicações alternativas, poetas, artistas plásticos, bandas, já que cada componente do seu grupo faz sua própria mídia, através da propaganda, que consiste na publicação de zines, promoção de eventos como palestras, gigs (expressão idiomática inglesa que significa "show" ou "festival", utilizada na cultura alternativa britânica e que foi adotada por alguns punks brasileiros), passeatas, panfletagens e sistemas de boletins-noticiários.

Essa característica do movimento punk acarreta problemas para os seus integrantes que por algum motivo adquirem espaço na grande mídia, como foi o caso do cantor e atualmente apresentador de programa de televisão, o brasileiro João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão e considerado por muitos adeptos do movimento punk brasileiro como traidor.

Góticos


A cultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, ebm, industrial, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquilhagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa "bagagem" filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores, essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.


Cultura

Foi taxada como "movimento cultural" devido ao princípio de que tal visão e comportamento são um protesto acerca da ambientação dada na época em que se iniciou, isto é, uma alienação que afirmava uma evolução e liberdade que, em verdade, eram insuficientes (ou até inverossímeis), e contra a qual a descrença deveria ser usada como denúncia. Apesar de simplista, esta explicação define o pensamento ideal da maioria dos que afirmam pertencer a este grupo. De qualquer modo, o mundo não parece ter mudado muito, e a subcultura continuou a evoluir cada vez mais podendo basear-se ainda nesse formato.


O termo gótico na cultura

O termo gótico (do alemão: goth ou inglês gothic) foi usado através dos séculos sob vários significados, às vezes sem ligação alguma. Em algum momento histórico ele pode ter designado certo povo bárbaro que veio a invadir o império romano, mas não devemos nos apegar a isso para não confundir o leitor, pois com o passar do tempo, o termo ganhou significados diferentes. A palavra agrega sentidos que lembram: vitoriano, medieval, onírico, sombrio, assustador, fantasmagórico, macabro, amedrontador, etc.

O uso do termo 'gótico', desvinculado de seu significado original, surgiu quase que ironicamente, no início da década de 80. A mídia de massa ao entrevistar integrantes das diversas bandas relacionadas à subcultura que começava a surgir, como seria classificada a atmosfera de suas músicas, por vezes recebia respostas semelhantes a: 'de temática sombria e soturna, 'gótica. Na metade da década de 80 o estilo já havia se disseminado por vários outros países (incluindo o Brasil) e o termo acabou por ir junto com ele e até hoje é usado para denominar a cultura.


O uso do termo "gótico" na História

Desde a década de 90 a subcultura gótica começou a sofrer de algumas distorções por parte de enganos frequentes como o de que o termo gótico sempre esteve ligado através da história e, portanto os góticos de hoje seriam legítimos descendentes dos visigodos, godos, ostrogodos, entre outros.

Que esses mesmo teriam iniciado o estilo arquitectónico de construções sacras e também a literatura, quando na verdade as catedrais góticas só começaram a ser construídas no século XI e nem sequer se recebiam esse nome na época em que foram instauradas como arte sacra, pois expressavam a ideologia e estética da igreja católica na época.

Os renascentistas e iluministas, que se opunham à ideologia católica da época medieval, as chamaram, pejorativamente, "Góticas" muito depois, justamente como critica. Na época de sua construção eram chamadas "opus francigenarum"(arte francesa). Quanto aos bárbaros "Godos", que invadiram o império romano, foi um acontecimento dado por volta do século V, logo se vê então que são mais de cinco séculos de diferença histórica cultural, o que já havia feito uma diluição da cultura dos godos na Europa.

Do marco da construção das catedrais góticas (Do século XI até XIV) até a época em que surgiu um movimento literário chamado gótico e outro chamado romantismo (Século XVIII para XIX) já haviam se passados mais outros tantos séculos de diferença cultural e, portanto, a imagem de Gótico foi estabelecida como sombrio, fantasmagórico, misterioso, para criticar aqueles que tinham criticado o fim da Idade Média. O que era um nome pejorativo passou a ser um nome designador de uma estética "legal". Terminamos assim de falar do sentido da palavra através do tempo sem ligá-la totalmente à cultura e mostrar que até esse ponto os góticos da cultura iniciada na década de 80 não são descendentes dos Góticos dos séculos passados de forma alguma, pois nem sequer eles mesmos tiveram alguma ligação através de suas épocas. A ligação dos góticos contemporâneos com os antigos movimentos artísticos assim intitulados está nas músicas e na estética de forma indirecta. Pra começar, a cultura gótica não possui literatura própria, mas existem vários estilos literários apreciados por seus integrantes, entre eles, no Romance Gótico (Walpole, Mary Shelley, etc), Romantismo (William Blake, Lord Byron, Edgar Allan Poe, etc) a poesia Simbolista/Decadentista (Baudelaire, T.S. Elliot, Rimbaud, Oscar Wilde, etc) o romance Existencialista (Camus, Sartre, etc), Literatura Beat (Ginsberg, William Burroughs), entre outros.

Dessa forma, essa cultura fez releituras ou sátiras da Literatura Gótica. Essa literatura também serviu de tema para movimentos artísticos anteriores, que influenciaram a cultura estética dos anos 1980, como por exemplo o Expressionismo.

Na literatura brasileira, os autores mais respeitados por integrantes do movimento gótico são: Augusto dos Anjos, Álvares de Azevedo, Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães. Dentro da literatura portuguesa os autores mais respeitados são Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Lima de Freitas, Camilo Pessanha, Florbela Espanca, David Soares, Mário de Sá Carneiro entre outros.

Assim sendo os góticos são também uma cultura, pois não apareceram de outra nem tão pouco criaram ou tentam criar uma subdivisão, é simplesmente uma cultura como qualquer outra, tem suas origens fundamentadas em ideais, seja a arte (dança, música,pinta e teatro), a escrita, a filosófia, dentre outras.


Religião e simbolismo

O gótico/darkwave é uma cultura laica, ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo,anticristianismo. Cada membro é livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus, porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas a seguir religião que implique no apego a qualquer tipo de dogmas,ou seja,religiões opressoras que impedem ás pessoas de agir de acordo com o que realmente pensam, regras onde se propõe o que deve vestir, ler, crer ou fazer. Isso não faz de um gótico ateu,este prega liberdade de expressão e o livre arbítrio.Por isso desconfie quando um wannabe(falso gótico),começa a dizer que todo gótico é ateu,satanico ou qualquer coisa do tipo. Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estetica não vem totalmente ligado a música,as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.


Um resumo dos beats dos anos 40 aos góticos dos anos 80

As verdadeiras raízes da subcultura gótica podem ser achadas inicialmente nos anos 40\50 na cultura beat.

Os beats eram pessoas com gosto pelo que outrora fora conhecido como cabaré (na época dos grandes artistas e pensadores franceses), ou seja, ambientes boêmios, onde conversavam, bebiam, fumavam, apreciavam saraus e ouviam boa música (jazz underground e posteriormente rock). Tudo excessivamente. Tanto que os óculos escuros foram adotados ao estereótipo Beat, junto com as roupas predominantemente escuras e boina preta, por causa da fumaça.

Os cabelos eram compridos (porém mais curtos que os dos Hippies) e e eram comuns um tipo de cavanhaque bem aparado em linha ao longo do queixo. Nos Estados Unidos o movimento se tornou menos "intelectualizado", e mais junkie e desleixado. O primeiro uso do termo "Beat" ou "Beat generation" teria sido feito por Jack Kerouac no final dos anos 1940. Mas o termo só se popularizaria nos anos 50. Passou também a ser um movimento pop e "comercializável" de 57 a 61. Mas suas origens remontam ao underground dos cafés parisienses do pós-guerra. Daí vem o termo "estudante de arte existencialista e parisience" para a postura Beat.

O Termo "Beatnik" foi cunhado pela imprensa, misturando Beat a Sputnik ( primeiro satélite russo no espaço sideral ). Os Beatniks nos 60's eram mais apolíticos ( e/ou pacifistas ), existencialistas, cool, sua poesia e música contemplava tanto o lado obscuro quanto hedonista e urbano da boemia. Porém o que era um movimento underground acabou em decadência com sua comercialização. Da diluição desse movimento surgiram talvez outros dois, o hippie e o punk]beat, ou glam punk.

Os Hippies formaram movimento politizado, expressivo, de visual colorido e cabelos muito longos. A parte do Beat que permaneceu no Hippie foi a religiosidade alternativa, muitas vezes orientalista, o "alternativismo", e alguns estilos musicais. Isso é bem o estilo de artistas que conhecemos muito bem, como Jimi Hendrix, porém não fazia a cara de outros como Iggy Pop. Uma parte dos Beats, claro, não se tornou Hippie, por discordar de suas tendências, e seguiu outros caminhos.

Logo, surge esse outro lado da ramificação temos a explosão do Glam e Glam punk. Com temáticas e abordagens mais profundas, líricas e adultas. Podemos então citar o Velvet Underground em Nova Iorque, os Stooges em Detroit e o The Doors em Los Angeles. O Velvet Underground glamouriza o decadentismo urbano, sem esperanças e floreios, para cena pop. Em 1970, surge em Nova Iorque o grupo New York Dolls com um rock crú e simples, em performances bombásticas travestidos de mulheres. "Ora, se as mulheres conquistaram o direito de se vestirem como homens, por que não?"

A temática chamou a atenção de David Bowie que a levou para o outro lado do atlântico. Junto a Marc Bolan do T-Rex, e o Roxy Music de Brian Eno e Bryan Ferry, Bowie se tornou referência mundial do Glam rock. A abordagem do Glam Rock era basicamente o esteticismo e dandismo de Oscar Wilde e Baudelaire atualizado para os anos 70. A decadência do homem e da sociedade urbana e suas perversões hedonistas, a artificialidade, o pré-moldado, o poserismo, enfim decadence avec elegance (decadência com elegância). Dizer que Glam rock é apenas cores e purpurina é tão superficial quanto dizer que o Gótico é se vestir de preto.

A temática do Glam trazia através de músicas brilhantes (tanto em letra como melodia) a melancolia da condição humana e de temas soturnos, basta ver suas traduções. Mesmo esteticamente o Glam preservava um lado noir (sombrio). Algumas bandas como Bauhaus e Specimen, que deram origem a música gótica, não se diferenciam em quase nada das bandas incluídas no glam rock quanto à sua sonoridade. A atitude do Glam de androgínia era mais do que Rockers durões, Mods (uma variante dos beats cuja diluição daria origem aos skinheads do lado mais durão e na evolução continua a transição para o Glam rock) e os Hippies conservadores estavam preparados. Era uma inversão. Além do mais naquela época nem se via mais o que fazer em termos de psicodelia, foi quando o Glam chegou e virou a cabeça de adolescentes que queriam também se vestir iguais aos seus ídolos. E a influência beat permanecia viva através do Glam.

Tanto nos Estados Unidos como na Inglaterra, conceitos e estéticas Beats permaneceram ao longo do Glam e dos anos 70. O rótulo "Punk" foi dado ao movimento rock que tinha, em resposta ao rock progressivo, músicas simples em execução, mas com temas sociais importantes. Bandas experimentais, contra a música comercial das grandes gravadoras, uma geração crítica em relação à arte e consumo de sua época, interessada em questões existenciais foram consideradas Punks antes de 77. Exemplos: Talking Heads e o Patti Smith Group. Mas em 78 o termo caía em decadência já era considerado um clichê gasto e distorcido pelo sucesso de 77. O diretor da gravadora Sire Records, Seymour Stein, considerou que estas bandas tinham o mesmo feeling dos filmes do movimento cinematográfica francês de características Noir (obscura) e contra-culturais chamado "Nouvelle Vague" (New Wave, em Inglês, Neue Welle, em alemão).

Assim New wave e Pós-punk (Póstumo ao punk) seriam os termos usados para classificar estas bandas originalmente chamadas de punk antes que o termo "punk" atingisse o fim de seu auge. Simultanamente algumas destas bandas são afiliadas a sub-cultura Gótica. Na verdade com o tempo, o termo New Wave passou a ser ulizado para as bandas mais pops e Pós-Punk, para as mais underground. Ainda então, bandas da sub-cultura Gótica eram classificadas de ambas as formas. Mas posteriormente deixou-se o new wave para bandas com um visual mais colorido e para as bandas que adotaram um tendência mais sombrias acabou-se por usar o termo pejorativo gótico, que acabou pegando.

Toda a Estética Gotica inicial vai ser uma mistura Glam (androginia, poesia urbana e maldita, maquiagens pesadas, sonoridade rock básica, dandismo, etc), que também foram reforçados por uma influência do movimento new romantic dos anos 80, e a cultura Beat (poesia urbana e maldita, existencialismo e espiritualidade difusa, roupas escuras, acid rock, cool, jazz-rock, psicodelia, etc), ora tendo uma sonoridade mais pós punk, outra mais new wave. O termo foi usado durante a década de oitenta e na década de noventa também convencionou-se tirar o new e usar dark, dessa forma: Darkwave.


Atualidade

Nos dias de hoje há góticos fiéis aos anos 80, que dizem que o movimento acabou nos anos 90, e os mais ecléticos que gostam tanto da old school goth como da cena atual.

O que importa é não fazer confusão, no quesito musical a cena evoluiu muito e bandas novas surgem todos os dias com sonoridades ligadas à música gótica consideradas de ótima qualidade. Como tudo, a música gótica passou por inovações, mas há quem diga que o metal gótico é uma delas. O que pode se ver que é uma afirmação indubitavelmente mentirosa, pois pode se perceber que ao longo da história o gótico segue uma vertente rock que nunca se encontrou com o metal.

A música a que se faz referência pode até fazer uso de algum elemento da cultura Gótica, mas na verdade é uma apelação comercial, e como se sabe, tudo que é comercializável corre o risco de sumir. Tal qual os beats dos anos 60, a Cultura Gótica poderia entrar em decadência se estivesse mesmo ligada à tal superficialidade.

Como todos sabem esse tipo de música representa sempre apenas febre, uma moda e se dos anos 80 para cá a cena gótica tem continuando bem viva, ainda que tenha se tornado extremamente Underground (nos anos 80 com a transição do Punk para o New Wave ou Pós-Punk era mais uma miscelânia Pop, como se sabe), seria muito estranho que se rendesse ao que chamamos "exegência de merdado", pois as gravadoras fazem o que acham que o público vai ouvir, ainda que isso custe a liberdade do artista.

E os góticos continuam a adotar uma estética teatral e obscura para representar seu verdadeiro sentimento, um apego ao nada, uma falta de esperanças, algo do tipo "cansei, sabe?", por vezes uma depressão ou melancolia, um descaso, um luto pela situação da humanidade, ouvir suas músicas com temáticas hedonistas, decadentistas, niilistas, ligadas sempre às suas raízes já citadas e dançar em casas nocturnas ao som de EBM e Darkwave. Ou então quietinhos em casa ouvindo bandas como Bauhaus, Joy Division, Specimen, The Cure, Siouxsie and the Banshees, Clan of Xymox, The Frozen Autumn e lêem algo de Jean-Paul Sartre, Nietzsche, Oscar Wilde, William Blake, Baudelaire e coisas mais comerciais como Anne Rice. Acima de tudo, convém lembrar que, para a grande maioria dos integrantes, o movimento gótico é fundamentalmente um gosto musical e uma maneira específica de se vestir. Não há envolvimentos intelectuais e filósoficos mais aprofundados. E essa cultura não têm nada a ver com beber sangue de seus amigos. góticos não são depressivos, não se referem à subcultura como Goticismo, não usam somente preto e se frequentam cemitérios é pela temática do mistério de morte e vida, pelo apreço à arte também. Mais realistas do que se pensa, ser gótico hoje em dia representa também repugnar todo o estereotipo negativo criado em torno de sua figura. E com todo o seu sarcasmo, rir e continuar a dançar.


TV e cinema

O cinema e a TV deram um bom espaço para a "goth culture" através de filmes, séries etc, como por exemplo, os filmes Nosferatu, filmes da Hammer films, produções de Tim Burton, Drácula, Elvira (Rainha das trevas), A Família Addams (o filme), Entrevista com o vampiro, Jovens Bruxas, Estranho mundo de Jack, etc, ou seriados como Família Addams e Os Monstros nos anos 60. No Brasil, um notável expoente da "goth culture" foi a novela Vamp.


Metaleiros - Headbanger - metalhead


Headbanger ou metalhead é o um termo usado para designar um fã do estilo musical heavy metal ou qualquer de suas variantes. Também são designados metaleiros, termo que se refere especificamente à mesma tribo urbana, mas é considerado pejorativo por alguns headbangers. Isso se deve a ter sido o termo utilizado pela Rede Globo para designá-los à época do festival de bandas Rock in Rio I, em 1985, sem conhecimento algum sobre o cenário internacional do estilo.

O termo headbanger refere-se também àqueles que dançam headbanging.


Visual

O visual chamado de old school (velha guarda, em uma tradução mais aberta) é composto de camiseta preta de banda ou não, calça jeans (normalmente rasgada) ou preta (normalmente de couro), tênis cano alto, geralmente branco, e acessórios "opcionais" como um colete feito a partir de uma jaqueta jeans, geralmente com patches"" de bandas, cinto, braceletes e pulseiras. Em épocas de clima frio, jaquetas de couro ou jeans com "patches" também fazem parte do visual.

Rob Halford, da banda de heavy metal "Judas Priest" inventou um visual de couro com rebites para os heavy metalheads. Antes disso pode se observar que o visual adotado era um visual Hippie. Halford viu que Hippies nada tinham a ver com o heavy metal, e inspirado pelas casas noturnas inglesas, e vendo a polêmica que o heavy metal criara, aproveitou ainda para botar mais lenha no fogo, adotando esse visual fetichista. Este visual era há muito usado em bares gays ingleses, e Halford por frequentar tais locais, acabou trazendo parte da vestimenta lá utilizada para os palcos dos shows do Judas Priest. Conforme foi tornando-se famoso, o Heavy Metal foi sendo envolto em uma aura de "misticismo" no qual se colocava este estilo como extremnte machista. Assim, não se associava a imagem do visual introduzido por Halford aos bares gays ingleses, nem mesmo se cogitava o fato de uns dos líderes da NWOBHM ("New Wave Of British Heavy Metal"), Rob Halford (que tem a alcunha de Metal God, do inglês, Deus do Metal) ser homossexual.

Muitos Headbangers adotaram partes do visual de couro com rebites de Rob Halford, como as correntes, spikes, gargantilhas, cintos de pirâmides etc.; pois este dão uma certa agressividade ao visual.

O visual descrito acima remete principalmente à NWOBHM e ao surgimento do Thrash Metal na baía de San Francisco, nos EUA.

Já no fim dos anos 80 e início dos anos 90, com a ascensão de vertentes como o Doom Metal, Gothic Metal e o Black Metal vindos da Europa, principalmente da Escandinávia, tornou-se popular o uso de coturnos e sobretudos. Os Coturnos são muito populares entre os Headbangers. Assim como o cinto de bullets (balas) e a calça camuflada, os coturnos, acessórios que remetem ao militarismo, sua força, e sua agressividade, tento como principal significado a luta pelos seus ideais. No entanto, nos anos 80 e início dos 90, no ABC paulista, lugar onde havia uma das maiores concentrações de Heabbangers no Brasil, o uso do coturno era exclusivo de tribos como punks e Góticos, sendo utilizado pelo Headbangers, assim, os tênis cano-alto brancos, de marcas como Pony, Le Coq e Le Cheval entre outros.

A cor preta é adotada pelos Metalheads/Headbangers por ser a cor representante da ira e da inconformação, diferentemente de outras contra-culturas undergrounds, como Punks, Góticos, Skinheads etc. que adotam o preto por ter outros significados.

Também é muito comum entre os Headbangers os cabelos compridos, uma marca registrada do estilo.

Os Bangers (Headbangers/Metalheads) lutam por ideais referentes a cada vertente do metal.

Os Black Metalheads, ainda que não sejam todos, são em parte adeptos do satanismo (Black Metal, por definição, traz a imagem do satanismo), e partilham de ideais extremamente egocêntricos, em sua maioria em detrimento de outras pessoas.

Os Gothic Metalheads pregam o individualismo, geralmente defendem ideais pessoais, são egocentricas, e vem no sofrimento um sinônimo da vida.

Os Death Metalheads trazem como temática a morte, tentando retratá-la da forma mais cruel possível

Já os Viking Metalheads lutam - entre outras coisas - pela ascensão dos deuses vikings, etc.

Os Thrashers lutam por uma sociedade mais justa, e creêm que tal sociedade se atinja através da violência, atentando contra o poder vigente (estilo fortemente influenciado pelo Punk Rock e Hardcore).

Existem além dessas vertentes citadas acima muitas outras.

Em geral existe um preconceito muito grande contra headbangers por pessoas que os acusam de serem ligados ao satanismo, o que leva a generalizações muitas vezes infundadas, baseadas tão-somente numa idéia única sobre um estilo musical e vestimentas.


Origem do Nome

Não há consistência que o Termo "Headbanger" tenha se originado de fãs do Black Sabbath e de Ozzy Osbourne. Mas a verdade é que em fins da década de sessenta e inicio de setenta bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, Grand Funk Railroad usavam o blues "shuffle" como base de muitas de suas músicas. Junto a este ritmo alucinante e pesado, ele fazia com que os fãs balançassem suas cabeças frenéticamente.

Segundo os guitarristas do Status Quo, Rick Partiff e Francis Rossi, muitos dos apreciadores do rock underground da época em pubs da inglaterra nas cidades de Birmingham e Londres, já realizavam este tipo de dança das cabeças ouvindo soul music. Eles próprios quando decidiram adotar um estilo de rock mais underground e frequentar estes pubs, perceberam como os roqueiros deste recintos agiam e decidiram fazer o mesmo no palco. Automaticamente bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, por frequentarem os mesmos locais também começaram a adotar o mesmo tipo de atitude no palco. Bill Ward, ex-baterista do Black Sabbath, comenta em um video de Ozzy Osbourne que este estilo de atitude fora crucial para o sucesso do Black Sabbath em terras americanas.

Então foi o movimento destas bandas apoiadas por apreciadores e fãs da época que fez existirem Headbangers. Mas na verdade os mesmos somente foram denominados desta maneira a partir do surgimento da NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal) um movimento criado por bandas que resgatavam o heavy metal no final dos anos 70 e inicio dos 80 e o nome do movimento foi criado pela Revista de Rock inglesa "SOUNDS", que deu suporte para bandas da época como Iron Maiden, Saxon, Angelwitch, Samson, Tygers Of Pan Tang entre outras.

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