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Dean Winchester - Eyes On Fire

PRA DESCONTRAI UM POCO NO SET DE GRAVAÇÃO JENSEN FAZ SHOW


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Trailer Official Saga Crepúsculo - Eclipse - Legendado

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Dakota Fanning ft. Kristen Stewart - Cherry Bomb

VIDEOCLIP DO FILME " THE RUNAWAY "

COM A DAKOTA FANNING E KRISTEN STEWART

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'The Runaways': as meninas que derrubaram as muralhas do rock


A coisa mais notável em The Runaways, um novo filme sobre a pioneira banda de bad girls dos anos 70 que serviu como caminho para que Joan Jett chegasse ao estrelato, é a sensação de autenticidade que ele desperta. As casas noturnas são sujinhas como deveriam. O diálogo é obsceno como deveria. As atrizes cantam direito. Os cabelos são exagerados, as peles marcadas por semanas de alimentação precária e excitação. Da adrenalina de um show à monotonia dos ensaios, o filme serve como perfeito retrato para a vida na estrada de uma grupo de adolescentes ambiciosas que ouvem o tempo todo que "o rock é esporte de homens" (e isso vem de seu próprio empresário).

Um motivo para tanto talvez seja o fato de que o filme se baseia em Neon Angel: A Memoir of a Runaway, as memórias recentemente expandidas de Cherie Currie, a vocalista do grupo, cuja acelerada autodestruição é revivida no filme por Dakota Fanning. Outro motivo para a fidelidade pode ser o fato de que Jett e Currie ensinaram tudo que sabem sobre rock às atrizes, em uma convivência que durou semanas antes do início das filmagens. E a diretora e roteirista Floria Sigismondi conviveu com música "a vida inteira", como ela disse em entrevista em um hotel de Manhattan.

Além de dirigir vídeos para David Bowie (o herói musical de Currie) e o White Stripes, ela trabalhou em casas noturnas e acompanhou em excursão a banda Living Things, de seu marido. "Eu queria que a aparência fosse real. Queria cabelos desarrumados, espinhas, sardas", diz ela sobre o filme, seu primeiro longa. As palavras que ela mais repetia no estúdio eram "cru" e "tosco".


Sempre foi difícil registrar bem a vida do rock, nas telas. As fantasias convencionais -sexo, drogas, farra constante- em geral deixam de lado a realidade muito mais tediosa dos músicos que batalham arduamente pelo sucesso e se sentem aprisionados quando o conquistam. O resultado sempre foram filmes que parecem inflados e caricaturais (como The Doors), docinhos e fofo demais (como Almost Famous) ou narrativas do estilo ascensão e queda, como nos documentários da série Behind the Music.

Mas desde 2002, quando o movimentado 24 Hour Party People capturou bem o espírito da cena da música em Manchester nos anos 70 e 80, surgiram alguns filmes biográficos sobre figuras do rock que capturam a música com perfeição, a exemplo de Control, a história do Joy Division, e What We Do Is Secret, a história do Germs.

The Runaways é um dos raros filmes a tratar da experiência feminina no rock. Até agora, a referência era Ladies and Gentlemen, the Fabulous Stains um cult movie de 1982 sobre uma banda fictícia de meninas punks que fazem proclamações como "toda menina precisa ganhar uma guitarra no 16° aniversário".


"É muito difícil fazer um filme sobre músicos populares, ou sobre música como tema, em qualquer contexto", afirmou Jack White, do White Stripes, em mensagem de e-mail. "Mas podemos confiar em que Floria encontre o ângulo correto, porque ela não precisa exagerar para empurrar o tema".

Sigismondi, 44, conquistou fama no mundo dos vídeos de música em 1997, quando trabalhou com Marilyn Manson. Ela mesmo leva jeito de rock star, com calças negras justas e um suéter negro recoberto por um colete peludo, e um cabelo em estilo ligeiramente gótico. Ao mesmo tempo contida e efervescente, é fácil imaginá-la dirigindo videoclipes para músicos cabeça como Bjork, Sigur Ros e Interpol, bem como para estrelas pop como Christina Aguilera, o que ela fez.

Nascida na Itália, em uma família de cantores de ópera, Sigismondi se mudou para o Canadá com a família aos dois anos. Cresceu nos bastidores de teatros de ópera, e sonhava ser pintora. Depois de estudar artes plásticas, se tornou fotógrafa de arte e moda, realizando diversas exposições e publicando dois livros. No começo dos anos 90, uma produtora sugeriu o salto para os videoclipes musicais. "Em vez de criar uma imagem, eu precisava criar 100", ela diz. "Mas adorei desde o começo. Podia ser mais conceitual".


A maior lenda com quem ela trabalhou foi Bowie, na canção Little Wonder, de 1997. "Floria é uma verdadeira força da natureza, sempre repleta de ideias e meticulosa em sua execução", afirmou Bowie em mensagem de e-mail. "Ela também é meio louca, de um jeito soturno, o que é ótimo para mim, em uma situação de trabalho". Sigismondi trabalha em Los Angeles e começou a desenvolver o projeto quando seu empresário a apresentou aos dois produtores, Art e John Linson. <"Quando a conhecemos, sabíamos que seria ela a diretora, mesmo que nunca tivesse dirigido um longa", afirmou Art em entrevista por telefone. "Se você a encontra e vê seu trabalho, percebe que ela tem um olho espetacular, excelente estilo e um coração de menina". Os produtores acreditavam que era crucial uma mulher como diretora do projeto orçado em menos de US$ 10 milhões. Embora o filme acompanhe a trajetória da banda, Sigismondi considera que seja mais sobre o amadurecimento das integrantes do que uma biografia simples, e que gire essencialmente em torno do relacionamento entre Cherie, Joan e Kim Fowley (Michael Shannon), o desbocado empresário do grupo. No filme, Cherie enfrenta dificuldades com a irmã gêmea, o pai alcoólatra e doente, as drogas e a fama repentina. Sigismondi diz que ela é uma menina ainda jovem tentando se definir em um mundo de alta pressão e excesso, e sem orientação adulta. "Pelo lado de Cherie, é uma história cautelar, e pelo de Joan uma história de inspiração", afirma. (Depois que a banda se desfez, em 1979, Jett conseguiu imenso sucesso com uma cover de I Love Rock¿n¿Roll, em 1982). Fanning disse em entrevista por telefone que o mundo anárquico em que as Runaways viviam atraiu seu interesse quanto ao papel de Cherie. "Trabalhar no cinema envolve ter muita gente no controle, muitas autoridades e regras, sobre escola e tudo mais", ela disse. "E no caso das Runaways, não havia regras, elas excursionavam sem fiscalização, e resolviam sozinhas os problemas que encontravam".


O maior sucesso da banda em quatro anos de carreira foi Cherry Bomb, de 1976, repleta de insinuações sobre sexo com garotas menores de idade ¿o que era surpreendente para o rock da era. A canção parecia tanto excitar quanto irritar o público. Embora tocassem bem, colaborassem nas composições e se apresentassem ferozmente ao vivo, as Runaways costumavam ser desconsiderados pelo mundo masculino do rock dos anos 70, descritas como vadias e invenção comercial. "A atitude era a de que mulheres não levavam jeito para o rock", disse Currie, que entrou para a banda aos 15 anos. "Éramos uma verdadeira ameaça, especialmente por sermos adolescentes".

Em uma cena típica do filme, as meninas são alvo de zombaria de dois músicos cabeludos enquanto estão passando o som em uma casa noturna caindo aos pedaços. "Um dia vocês abrirão para nós", dizem as meninas, prontas para a briga. "Só se abrirmos as suas pernas", os homens respondem. Para se vingar, Joan entra no vestiário da banda dos agressores e urina em uma guitarra.

Para escrever o roteiro, Sigismondi entrevistou Jett, Currie e seus familiares, bem como Fowley.

Os produtores não viam Fanning como ideal para o papel de Cherie, que dorme com Joan (usando patins) e cheira cocaína em um banheiro de avião. Afinal, ela tinha só 12 anos na época, e era conhecida por interpretar personagens vigorosos mas inocentes em filmes juvenis. No entanto, porque foram precisos anos para financiar o trabalho, "ela cresceu nesse meio tempo", disse Art Linson. "Foi pura sorte demorarmos tanto, porque ela está espetacular". (E havia interpretado uma jovem vítima de estupro em Hounddog, antes de fazer o filme.)


Assim que o elenco foi confirmado, começaram as aulas de rock. As meninas aprenderam rudimentos de seus instrumentos, para saber como segurá-los e manipulá-los corretamente, e Fanning e Kristen Stewart aprenderam a cantar como Cherie e Jett. "Quando ouvi Kristen cantar I Love Playing With Fire, pensei que era eu", diz Jett, com uma risada roufenha, em um estúdio de ensaio em Chelsea.

"Devolvi o CD e pedi um novo mix com a voz de Kristen mais alta, dizendo que só estava ouvindo a minha voz. Até que alguém me disse que era só Kristen. Ela imitou todas as minhas inflexões, e com tal perfeição que nem eu mesma distinguia".

Fanning, enquanto isso, subiu ao palco com o Living Things, para aprender como uma deusa do rock se comporta. "Eu nunca tinha cantado com uma banda, e senti a força que é ter algo assim por trás de você", ela disse. Sigismondi também foi rigorosa quanto à autenticidade de época, para evitar referências cafonas aos anos 70. "Eu queria ser mais enxuta¿, disse, que tudo fosse "um pouquinho mais sujo". Em lugar de gravar com câmera digital, ela usou filme Super 16, com uma textura mais granulosa, retrô.


Teria sido fácil chegar ao exagero, dada a história real muito árdua da banda. Mas os produtores preferiram deixar de fora incidentes como o estupro que Currie sofreu aos 15 anos, e a gravidez depois de um caso com um membro muito mais velho da equipe de som; o filme também não mostra a detenção de algumas integrantes da banda no Reino Unido, e um ataque a faca que sofreram em uma casa noturna.

Currie espera que o filme ajude a redefinir o legado da banda. O status pioneiro da Runaways costuma ser desconsiderado nas histórias do rock, mesmo que Jett, uma cantora de grande sucesso nos anos 80, se tenha tornado símbolo feminista, e Lita Ford, a guitarrista solo da banda, se tenha tornado uma das poucas mulheres a ganhar fama como solista de heavy metal.

E, depois de trabalhar em filmes como Foxes, em 1980, de passar por terapia de desintoxicação e tentar outras profissões, Currie talvez tenha a mais perfeita carreira pós-Runaway: ela faz esculturas em madeira usando uma serra elétrica. "Só eu, um tronco e uma serra elétrica", diz. "E ninguém para me dizer o que fazer".

Trilha sonora do filme das Runaways terá músicas cantadas por Dakota Fanning

Atriz fará papel da vocalista do grupo de rock de meninas dos anos 70.
Trilha ainda terá faixas originais de artistas como Bowie e Suzi Quatro.



O site da revista norte-americana “Rolling Stone” divulgou nesta sexta-feira (26) a trilha sonora de "The Runaways" - cinebiografia do grupo de rock liderado por Joan Jett, que estreia em março nos EUA.

Dakota Fanning (“Uma lição de amor”, “Lua nova”) faz o papel da vocalista Cherie Currie, e canta em três faixas da trilha: “Cherry bomb”, “California paradise” e “Queens of noise” – esta última ao lado de Kristen Stewart (“Crepúsculo”, “Lua nova”), que interpreta a guitarrista Joan Jett.

Uma das principais bandas de garotas da história do rock, as Runaways foram formadas em 1975 e acabou em 1979. O filme acompanha a trajetória do grupo desde o começo em Los Angeles, passando por shows no Japão e até o breve romance entre Currie e Jett, que também participa da trilha sonora como cantora solo.

Além de Jett e Fanning, o filme terá gravações originais das Runaways (“You drive me wild”, “I wanna be where the boys are”) e de diferentes artsitas que as inspiraram, como MC5, David Bowie, Sex Pistols, Suzi Quatro e Stooges.

Confira abaixo a lista de faixas da trilha sonora
1. Nick Gilder – “Roxy roller”
2. Suzi Quatro – “The wild one”
3. MC5 – “It’s a man’s man’s man’s world”
4. David Bowie – “Rebel rebel”
5. Dakota Fanning – “Cherry bomb”
6. The Runaways – “Hollywood”
7. Dakota Fanning – “California paradise”
8. The Runaways – “You drive me wild”
9. Dakota Fanning & Kristen Stewart – “Queens of noise”
10. Kristen Stewart & Dakota Fanning – “Dead end justice”
11. The Stooges – “I wanna be your dog”
12. The Runaways – “I wanna be where the boys are (Live)”
13. Sex Pistols – “Pretty vacant”
14. Joan Jett – “Don’t abuse me”

Muse é vetada na trilha de Eclipse



Depois de participar da trilha dos dois primeiros filmes da “Saga Crepúsculo”, a banda Muse foi barrada na seleção musical de “Eclipse”, terceiro filme da franquia.

Quem se pronunciou sobre o assunto foi o baterista Dominc Howard, que confirmou que a banda compôs uma música romântica para o filme, mas por uma decisão das pessoas envolvidas na produção, a canção acabou de fora.

“São as pessoas envolvidas com os negócios do cinema, sem nenhuma relação com os escritores e o pessoal da criação. Acredito que as pessoas cujo trabalho não envolve criação são as mais difíceis para se lidar em Hollywood“, disse Howard.

O baterista ainda falou um pouco mais sobre a música. “Era uma música de amor, então é uma música pessoal, e não tinha nada a ver com os filmes. Mas soava bem“.

A notícia foi uma grande surpresa, já que a autora da “Saga Crepúsculo”, Stephenie Meyer, disse diversas vezes que é fã do Muse e inclusive em um dos livros agradeceu a banda por suas músicas lhe servirem de inspiração. Para completar, o diretor de Eclipse, David Slade, já dirigiu vários clipes da banda.

O músico fez questão de dizer que nem Stephenie Meyer e muito menos David Slade tiveram algo a ver com a decisão.

A Summit Entertainment não se pronunciou sobre o assunto.

Eclipse Caliente...


O diretor de Lua Nova, Chris Weitz, revelou que haverá muita cena 'caliente' no filme Eclipse, o que fará com que ninguém deixe de assistir à terceira parte da Saga Crepúsculo.


"Eu estou ansioso para ver a cena do saco de dormir. Com certeza vai ser bem molhada", comentou Chris referindo-se à cena em que a personagem de Kristen Stewart, Bella, quase morre congelada, e Jacob Black, interpretado por Taylor Lautner, lhe dá calor, na frente de Edward (Robert Pattinson), o que deixa o sexy vampiro enlouquecido de ciúme.


Os fãs vão ter que aguardar, porque Eclipse só chegará aos cinemas em 30 de junho.


Vejam as fotos meia calientes de Bella e Edward...




















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